De 01 de novembro de 2026, às 10h00; até 01 de novembro de 2026, às 13h00.
De 01 de novembro de 2026, às 10h00; até 01 de novembro de 2026, às 13h00.
oficina de fediverso: construindo alternativas às big techs
redes descentralizadas, soberania digital e blogs pessoais
SOBRE:
as eleições acabaram, mas o que elas deixaram à mostra continua. durante a campanha, as big techs interferiram no debate público do país: decidiram o que circulava, o que perdia alcance e o que simplesmente desaparecia, e fizeram isso sem precisar prestar contas a ninguém.
mas o problema é maior que uma eleição. nossas conversas, nossos coletivos, nossa imprensa e nossas memórias moram em plataformas de poucos donos, estrangeiros, movidos por lucro. enquanto for assim, quem decide quem é ouvido, o que pensamos, o que queremos não somos nós.
o fediverso é um outro caminho para a internet. é um conjunto de redes sociais independentes, sem dono único, que conversam entre si. cada serviço tem a sua própria conta: uma para fotos, outra para textos curtos, outra para vídeos, e assim por diante. mas todos se entendem, então de uma rede você consegue seguir e interagir com pessoas de outra, mesmo que estejam em servidores diferentes. você escolhe a comunidade que combina com você e, se um dia quiser mudar de casa, leva seus seguidores junto. sem algoritmo de vigilância e sem publicidade dirigida.
esta oficina é prática. a ideia é sair com contas criadas, uma alternativa para cada aplicativo que você usa hoje e um espaço próprio na internet.
como vai ser
- contextualização rápida: o cenário político brasileiro atual e a centralização das big techs. como funciona o fediverso na prática
- uma alternativa para cada grande app: apresentação e uso de cada uma, com cadastro ao vivo.
- blog pessoal (Bear Blog): por que ter um espaço próprio e qual sua importância. cada pessoa cria seu blog gratuito, sem anúncios e sem rastreamento, e começa a escrever e publicar ainda na oficina.
- roda de conversa: dúvidas, estratégias de migração gradual, como levar amigas, coletivos e projetos junto, e cuidados com segurança e privacidade.
o que levar: celular ou computador com internet e um e-mail ativo. não é preciso conhecimento técnico.
IDEALIZAÇÃO E FACILITAÇÃO:
maria rita casagrande é desenvolvedora web, gestora de projetos de TI e pesquisadora de tecnologia crítica com mais de 30 anos de trajetória. mantém o black lab, hackerspace feminista focado em autonomia digital, cibercultura e conhecimento livre. cofundadora do coletivo Blogueiras Negras - contemplado com o Prêmio Almerinda Farias Gama - é reconhecida no Catálogo de Intelectuais Negras Visíveis pela articulação entre feminismo negro, tecnologia e comunicação pública. atuou como educadora e facilitadora em diversas iniciativas de educação tecnológica - entre elas {reprograma}, Programaria,PretaLab, MariaLab, UFMG, UFSCAR, Sesc, Senac, Escola do Parlamento - promovendo reflexões sobre tecnologias, soberania digital, código, cyberfeminismo e práticas de resistência cotidiana.
INFORMAÇÕES:
Data e horário: 01/11 das 10h às 13h
INSCRIÇÕES GRATUITAS, com opção de contribuição voluntária.
Opção 01 - Inscrição gratuita
Opção 02 - Colaboração voluntária: R$10
Opção 03 - Colaboração voluntária: R$20
Opção 04 - Colaboração voluntária: R$30
Opção 05 - Colaboração voluntária: R$40
Curso online e ao vivo, via plataforma Zoom
Todas as aulas são gravadas e disponibilizadas para quem estiver inscrite (vídeo disponível no drive por um mês após a realização do curso)
Emissão de certificado de participação para quem assistir às aulas ao vivo.
Classificação indicativa: 18 anos
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesSelecione o evento desejado e toque no botão acessar evento
Pronto! O link de acesso também será enviado para você por email.

BRAVA
Um espaço de construção de comunidades a partir do compartilhamento de conhecimentos e à produção de saberes contra-hegemônicos. Os caminhos desenhados pela Brava passam por cursos, oficinas, aulões, rodas de conversa e outras iniciativas educacionais, centradas em discussões sobre raça, classe, sexualidade, gênero, colonialidade e pela formação de um pensamento crítico no geral, idealizadas e facilitadas por sujeites que moldam suas vozes a partir do enfrentamento à esses sistemas.
Os dados sensíveis são criptografados e não serão salvos em nossos servidores.

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