30 jul - 2026 • 19:00 > 30 jul - 2026 • 21:00
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Como as pessoas surdas vivenciam, ocupam e transformam os espaços culturais? Indo além das normas técnicas de acessibilidade, este encontro convida o público a mergulhar na perspectiva da comunidade surda sobre a arte e o patrimônio.
Conduzida por Bruno — artista, educador de museus e pessoa surda —, a conversa abordará as nuances da acessibilidade atitudinal e comunicacional, destacando a potência do olhar surdo tanto na recepção do público quanto nos processos de criação artística no ambiente museal. Um espaço aberto para trocas, reflexões e construção de práticas culturais mais inclusivas e plurais.
Bruno
Artista, poeta e educador surdo. Formado em Artes Visuais, possui extensão em Culturas Surdas na Contemporaneidade: Criações e Vivências Artísticas (2019), promovido pelo Itaú Cultural em parceria com o Instituto Singularidades. Atua como educador de acessibilidade cultural no desenvolvimento de ações colaborativas e participativas em diversas instituições, como Sesc, Fundação Bienal de São Paulo, Instituto Tomie Ohtake e MIS–SP. Realizou Utopias fragmentadas: anomalias cotidianas, sua primeira exposição individual em 2016, na Comuna Sagaz (São Paulo)
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Museu da Diversidade Sexual
Sobre o Museu da Diversidade Sexual O Museu da Diversidade Sexual de São Paulo, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, destinada à memória, arte, cultura, acolhimento, valorização da vida, agenciamento e desenvolvimento de pesquisas envolvendo a comunidade LGBTQIA+ - contemplando a diversidade de siglas que constroem hoje o MDS – e seu reconhecimento pela sociedade brasileira. Trata-se de um museu que nasce e vive a partir do diálogo com movimentos sociais LGBTQIA+
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