Carga horária total: 8h (2 horas por encontro)
Datas: 04,11,18 e 25.07
Horário:19;30 -21:30 hs
Objetivos:
1. Fornecer instrumental sobre a construção/efetivação das políticas educacionais de gênero e
sexualidades em diversos tempos e espaços, assim como as normativas em vigor;
2. Proporcionar subsídios para mediação de conflitos envolvendo questões relacionadas a gênero e
sexualidades no (e para além) do ambiente escolar;
3. Estimular a construção de agendas e práticas emancipatórias nos espaços institucionais.
Metodologia:
Aula expositiva;
Oficina de Imagens;
Estudo de casos;
Público-alvo: Profissionais da educação
Conteúdos:
1º Encontro - Nada nunca foi dado, por que agora seria?: Políticas educacionais de gênero e
sexualidades
1.1 Formação de “agendas” históricas no cenário nacional.
1.2 Formulação e Implementação das políticas educacionais no currículo
1.3 Estudo de casos (legalidade/importância da discussão)
2º Encontro – Afinal, somos todos/as iguais?: Corpos no plural
2.1 Escola como espaço da diferença
2.2 Escola é lugar pra se aprender português, matemática…. e educação sexual?
2.3 Aqui você não pode amamentar (?)”: Gravidez e processos de escolarização
3º Encontro – Educação pra quê?: Acesso e permanência de corpos dissidentes no espaço
escolar
3.1 “Uma menina tão bonita com uma boca tão suja”: O lugar do feminino no espaço escolar
3.2 Cada cicatriz conta uma história: lições sobre masculinidades
3.3 “Isso não acontece na minha escola”: LGBTfobia no armário
4º Encontro – Artivismo: É preciso rasurar o currículo!
4.1 Gênero, sexualidades e educação: Lugares de possibilidades inesgotáveis
4.2 Isso é coisa de cinema: Qual o papel da sétima arte na construção de outras narrativas?
4.3 Era uma vez? Felizes para sempre?: estórias que não
Facilitadora:
Dayanna Louise – Doutoranda em Educação (Universidade Federal de Sergipe). Mestra em
Educação e bacharela em Serviço Social (Universidade Federal de Pernambuco). Graduada em
História e Especialista em História do Nordeste (Universidade de Pernambuco). Servidora pública
da Rede Estadual de Pernambuco.
Mediação : Carla Strachmann ,educadora, psicomotricista, gestora do Ateliê ECOAR e integrante do Coletivo Mães da Resistencia
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