Fale com o produtor

O evento já encerrou...

Grupo Negô

Carregando recomendações...

Grupo Negô

19 dez - 2020 • 14:00 > 19 dez - 2020 • 17:00

Videoconferência via Sympla Streaming
Evento encerrado

Grupo Negô

19 dez - 2020 • 14:00 > 19 dez - 2020 • 17:00

Videoconferência via Sympla Streaming
Evento encerrado

Descrição do evento

Título: Funk Carioca, Experiência Midiática, Juventude Negra e as produções da/na Contemporaneidade

Ementa: A juventude negra brasileira tem se articulado em espaços civilizatórios, retomando o exercício quilombista como potencialidade ancestral e ontológica contra a pedagogia da crueldade e racista por parte das políticas de extermínio do Estado. Um desses espaços é a WEB. Local que a juventude negra, que amplifica a diversidade sonora da quebrada em ato de construção e reconstrução de memórias individuais e coletivas, para o combate ao racismo, ao machismo e à LGBTI+fobia e ao capacitismo. A proposição desse curso tem foco de debate nas produções sonoras com foco no funk carioca, em especial o 150 BPM. O funk carioca 150BPM é uma inflexão sonora e uma transgressão acústica produzida por pessoas negras e aponta reais questões, demandas e perspectivas urgente a essa parcela da sociedade estigmatizada pela necropolítica estatal e a juventude negra carioca se utiliza dele como potência, dado a uma experiência estética, sonora e corpórea. A midiatização do funk carioca 150 BPM no mundo midiatizado é percurso dialógico enquanto práxis sonora e de resistência identitária da juventude em meio aos dias de destruição que temos vivido. Objetivamos com esse curso, tecer análises acústicas, a partir das experiências das pessoas participantes da ação por meio de uma curadoria de música produzidas por essa juventude que tem apontado e articulado perspectivas na/para a contemporaneidade em busca de mudança.  Por meio de ação expositiva sonora/visual e dialógica, com os/as participantes discutiremos e articularemos as ideias entorno das nuances do funk carioca 150 BPM, da etnomusicologia enquanto área de conhecimento e de pesquisa que esse grupo produz, da juventude negra LGBTQIA+ como potencialidade e da midiatização, como instrumento de articulação.

- Funk Carioca: seus percursos e abordagens;

- A produção sonora da juventude negra da quebrada;

- O Funk Carioca 150 BPM;

- Racismo estrutural e a criminalização do Funk;

- Midiatização: é som de preto, de favelado, mas quanto toca ninguém fica parado;

- Midiatização: circulação da música da periferia como enfrentamento ao racismo;

- Juventude Negra LGBTQIA+: a atuação além machismo no Funk Carioca.

 

Textos para discussão:

PEDRO MENDONÇA; RALPHEN ROCCA; MC MANO TEKO

O funk e a educação: etnomusicologia e pesquisa-ação participativa em contextos diversos

DEBATES | UNIRIO, n. 19, p.191-207, nov., 2017.  - acessar em: http://www.seer.unirio.br/index.php/revistadebates/article/view/7031/6144

HYGINO, Priscilla. Estigma, Funk e Educação Musical: considerações sobre interculturalidade, epistemologias musicais e práticas da educação musical na escola básica. Revista Fladem Brasil, Rio de Janeiro, v. 01, n. 02, p. 83-92, jul. 2020. - acessar em: https://1871f7dc-da63-457f-a6bf-d6f0da6480fc.filesusr.com/ugd/87e8e0_fc4aa9a630c94a57a47b2c79c4102310.pdf

 

Minibio

Descritivo do grupo: Somos, hoje Negô. Um grupo de estudos e pesquisas constituído por pessoas negras praticantes, participantes e pretantes da BATEKOO. Somos pesquisadoras/es associadas/os ao Laboratório de Etnomusicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (LABETNO – UFRJ). Estamos construindo desde fevereiro de 2019, a pesquisa de doutorado, com foco na juventude negra LGBTTTQI+ e sua produção estético-sonora em meio urbano. Somos um grupo de 5 sujeitos, que possuem diferentes perspectivas sociais, que, pela demarcação acirrada do racismo, são atravessados por trajetórias necropolíticas (MBEMBE, 2018).

Thamara Collares é mulher preta, moradora da Vila da Penha, no Rio de Janeiro, estudante de pedagogia da UNIRIO e tem 23 anos. É apaixonada por danças que envolvem sua cultura e seus ancestrais. O envolvimento com produção musical está cada vez mais se tornando uma das atividades de sua vida e isso faz crescer o interesse em pesquisar sobre os movimentos que façam parte das identidades da negritude e do reconhecimento/fortalecimento como mulher negra periférica. É pesquisadora do Grupo de Pesquisa Negô. 

Danilo Cunha, nascido no Jardim Gramacho, Baixada Fluminense, pertencente à diáspora caixiensse. É Professor de História recém formado pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), deslumbrado com a antropologia urbana, sonora e obcecado por pichações. Preto, pós-graduando em relações étnico raciais no PROPGPEC - Colégio Pedro II. Pesquisador no Grupo de Pesquisas Negô.

Acsa Braga é graduanda em Letras pela UERJ e produtora e criadora de conteúdo criativo na marca QutruaHumppê. Filha mais velha de Professora e Músico negros. A estudante reside na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro/ RJ. Através da marca onde atua,  cria, produz e ressignifica a moda, com intuito de fazê-la acessível a quem de fato inspira as grandes marcas: a rua, e por quem nela transita. Sendo um dos “As”, de uma família preta, suburbana, descobriu como ideal de vida o avanço e restituição do povo preto. E tem levado essa vocação em tudo que se propõe a fazer. É pesquisadora no Grupo de Pesquisa Negô.

Leonardo Moraes é filho de Celma Moraes Batista e Carlos Alberto Batista. Mistura de carioca com mineiros. É estudante de música desde moleque. Iniciou seus estudos na igreja que frequentava com sua avó, Maria de Lourdes Diogo Moraes. Lá tocava teclado e se desenvolvendo no instrumento, foi estudar piano. É pianista, professor, pesquisador – PPP: Licenciado em Música (2012) e Especialista em Educação Musical (2014) pelo Conservatório Brasileiro de Música (UNICBM). Mestre em Educação Musical (2015) e Doutorando em Etnomusicologia (2018) e também integrante do Negô, grupo de pesquisa associado ao Laboratório de Etnomusicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Victor Cantuaria, filho de Saraí da Silva Costa e de Humberto Cantuaria da Silva, cariocas de berço, filhos do samba por tradição e meu contato primeiro com música vem dessa expertise. A criança "viada" que nasceu e cresceu frequentando escolas de samba. Hoje, é bacharelando em dança (UFRJ) e CEO de uma produtora de conteúdo, musical e audiovisual (Outro Nível). Bailar, tocar, cantar, experiências estéticas que tenho em minha vivência e que reconfiguram-me a cada contato, pesquiso assim vida, vida preta presente em espaços como uma escola de samba, vide a Batekoo. Sou pesquisador no Grupo de Pesquisa Negô.

 

 

Política do evento

Edição de participantes

Você poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.

Saiba como editar participantes
Termos e políticas

Como acessar o evento

Este evento tem a comodidade e a praticidade de uma transmissão online com a melhor experiência garantida pela Sympla.

Acesse a aba Ingressos no site ou no app Sympla disponível para iOS e Android

Selecione o evento desejado e toque no botão acessar transmissão *

Prepare-se! Para participar é necessário ter o Zoom instalado.

* A transmissão é disponíbilizada um pouco antes do início do eventoSaiba mais sobre o acesso a eventos online

Sobre o produtor

organizer

Pós Fladem Brasil

Curso de Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Educação Musical CBM CEU / FLADEM / Fladem Brasil Coordenação: Adriana Rodrigues (021) 99804-3838 [email protected] www.fladembrasil.com.br/cursos-2019

Métodos de pagamento

Parcele sua compra em até 12x

Compre com total segurança

Os dados sensíveis são criptografados e não serão salvos em nossos servidores.

Google Safe BrowsingPCI compliant

Precisando de ajuda?

Acessa a nossa Central de Ajuda Sympla ou Fale com o produtor.