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Imprensa Lésbica no Brasil

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Imprensa Lésbica no Brasil

04 fev - 2021 • 19:00 > 11 mar - 2021 • 21:00

 
Videoconferência via Sympla Streaming
Evento encerrado

Imprensa Lésbica no Brasil

04 fev - 2021 • 19:00 > 11 mar - 2021 • 21:00

 
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Descrição do evento


O curso
O curso IMPRENSA LÉSBICA NO BRASIL tem o objetivo de oferecer um panorama geral sobre as publicações lésbicas que circularam e ainda circulam no Brasil. Ao todo, estima-se que 24 periódicos lésbicos já foram editados no país entre 1981 e 2020. O curso é interdisciplinar e contará com aportes da Antropologia, da Comunicação, da Educação e da História. Para cumprir a proposta, discutiremos o conceito de Imprensa Lésbica e as condicionantes sociais e históricas que marcaram a emergência desse tipo de periódico. Também serão abordadas as características morfológicas de cada publicação, suas dinâmicas de funcionamento e sua relação com grupos de ativismo e sociabilidade lésbica.

A Metodologia
Pautadas pela perspectiva interseccional, as aulas terão estrutura horizontal, com debates guiados pelas questões que emergirem a partir da bibliografia recomendada. Para isso, a leitura e o estudo prévio dos textos é fundamental. Os encontros serão feitos semanalmente, de forma virtual, e terão duas horas de duração.

A Programação
●    04/02 - Aula 1 - Apresentação e dinâmica
    
Profs.: Caio Maia, Gabriela Coutinho, Larissa Martins e Paula Silveira-Barbosa

●    11/02 - Aula 2 - Introdução ao conceito de Imprensa Lésbica e experiências pioneiras

Prof.: Paula Silveira-Barbosa e Prof: Caio Maia

●    18/02 - Aula 3 - Segunda geração da Imprensa Lésbica

Prof.: Paula Silveira-Barbosa

●    25/02 - Aula 4 - Constituição de redes a partir da Imprensa Lésbica

Prof.: Caio Maia

●    04/03 - Aula 5 - Ativismo e redemocratização a partir da Imprensa Lésbica

Prof.: Gabriela Coutinho

●    11/03 - Aula 6 - Pedagogias culturais a partir da Imprensa Lésbica

Prof.: Larissa Martins



Os Palestrantes
Caio Maia - Doutorando em Antropologia Social no Museu Nacional/Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGAS/MN/UFRJ), onde também defendeu sua dissertação de mestrado sobre a imprensa lésbica brasileira. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e especialista em Gênero e Sexualidade pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CLAM/IMS/UERJ). Co-fundador do Arquivo Lésbico Brasileiro.


Gabriela Coutinho - Possui licenciatura e bacharelado em História pela Universidade de Brasília (UnB) . É também formada em Pedagogia pelo Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB) e graduanda em Gestão Pública pelo Instituto Federal de Brasília (IFB). Durante a graduação em História, pesquisou a atuação das lésbicas no debate sobre a redemocratização brasileira. Co-fundadora do Arquivo Lésbico Brasileiro (ALB).


Larissa Martins - Historiadora pela Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) e Mestra em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Em sua dissertação, analisou as pedagogias culturais presentes na Imprensa Lésbica utilizando como objeto o boletim ChanaComChana. Também é integrante do Grupo de Pesquisa Interdisciplinar Lélia Gonzalez, do Centro de Memória LGBTI João Antônio Mascarenhas, e do grupo de pesquisa Políticas do Corpo e Diferenças - POC's. Co-fundadora do Arquivo Lésbico Brasileiro (ALB), onde atua como Diretora-Administrativa.


Paula Silveira-Barbosa - Mestre em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), onde defendeu dissertação sobre a Imprensa Lésbica brasileira. Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Atualmente trabalha na TV Senado e atua como pesquisadora independente. Co-fundadora do Arquivo Lésbico Brasileiro (ALB), onde atua como Diretora-Geral.

Informações Gerais
Aulas pela plataforma Zoom
Materiais disponíveis no Drive do curso por 7 dias
Vagas limitadas - apenas 60 vagas disponibilizadas.
Certificado de 20 horas
Contato: [email protected]
Link do evento: https://www.sympla.com.br/coletivo

Referencias
Bibliografia obrigatória:
CARDOSO, Elizabeth. Imprensa feminista brasileira pós-1974. Estudos Feministas, v. 12, número especial, p. 37-55, 2004.

COUTINHO, Gabriela. Lésbicas no debate da redemocratização: uma análise do boletim ChanaComChana. 2019. 50 f. Monografia (Bacharelado e Licenciatura em História) – Departamento de História, Universidade de Brasília, Brasília.

FERNANDES, Marisa. Ações lésbicas. In: GREEN, James N. et al. (org.). História do Movimento LGBT no Brasil. São Paulo: Alameda, 2018. p. 91-120.

LESSA, Patrícia. Visibilidade e ação lesbiana na década de 1980: uma análise a partir do Grupo de Ação Lésbico-Feminista e do Boletim ChanacomChana. Revista Gênero, v. 8, n. 2, 2008.

MAIA, Caio. Trocando histórias, fazendo pontes: escritas e redes na imprensa lésbica braslieira. In: Marcio Caetano; Alexsandro Rodrigues, Cláudio Nascimento, Treyce Ellen Goulart. (Org.). Quando ousamos existir: itinerários fotobiográficos do movimento LGBTI brasileiro (1978-2018). 1ed.Rio Grande: Editora da FURG, 2018, v. 1, p. 35-38.

MARTINHO, Miriam. Memória Lesbiana: há 40 anos surgia o Grupo Lésbico Feminista, o primeiro coletivo de ativistas lésbicas do Brasil. São Paulo, 2019.

MARTINS, Larissa Pinto [et al]. ChanacomChana também é bacana! Imprensa lésbica e suas pedagogias culturais. Revista Digital do LAV, v. 13, n. 1, p. 050-075, 2020.

PÉRET, Flávia. A imprensa lésbica. In: PÉRET, Flávia. Imprensa Gay no Brasil: entre a militância e o consumo. São Paulo: Publifolha, 2011.

SILVEIRA-BARBOSA, Paula. Trajetória da Imprensa Lésbica, uma história possível. Aedos, v. 11, n. 24, p. 142-163.

Bibliografia complementar:
CARDOSO, Elizabeth. Imprensa feminista brasileira pós-1974. 2004. 132 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Comunicação) - Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo. 2004.

CORDÃO, Vinícius Ferreira Ribeiro. Imprensa homossexual brasileira e construção de subjetividades (1960-1980). 2017. 174 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação e Cultura)
– Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.

KUCINSKI, Bernardo. Jornalistas e revolucionários: nos tempos da imprensa alternativa. São Paulo: Scritta, 1991.

LESSA, Patrícia. Lesbianas em movimento: a criação de subjetividades (Brasil, 1970-2006). Tese de Doutorado. Tese (Doutorado em História), Universidade de Brasília, Brasília, 2007, 261 f.

MAIA, C. Escritas de si, polifonia e constituição de redes na imprensa lésbica brasileira: uma discussão da revista Femme (1993-1995). 13º Mundos de Mulheres e Fazendo Gênero 11. Transformações, conexões e deslocamentos, 2017, Florianópolis, Anais [...]. Florianópolis: UFSC, 2017b. p. 1-13.

MAIA, C. Entre armários e caixas postais: escritas de si, correspondências e constituição de redes na Imprensa Lésbica brasileira.198 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017.

PÉRET, Flávia. Imprensa Gay no Brasil: entre a militância e o consumo. São Paulo: Publifolha, 2011.

SILVA, Zuleide Paiva da. “Sapatão não é bagunça”: estudo das organizações lésbicas da Bahia. 382 f. Tese (Doutorado Multi-Institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento) – Universidade do Estado da Bahia, Salvador, 2016.

SILVEIRA-BARBOSA, Paula. Trajetória da Imprensa Lésbica Brasileira (1981-1995): uma história possível para (re)-pensar o jornalismo. Dissertação (mestrado). 279 f. Ponta Grossa, 2019.

Organização
Arquivo Lésbico Brasileiro (ALB)
Coletivo Redes em Movimento

Apoio
Grupo de Pesquisa Interdisciplinar Lélia Gonzalez
Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande (PPGEDU-FURG)



Política do evento

Edição de participantes

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Termos e políticas

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Sobre o produtor

Coletivo Redes em Movimento

O Coletivo Redes em Movimento foi pensado e desenvolvido com o objetivo de ofertar cursos formativos de curta e longa duração, tendo como foco as questões políticas e sociais, sobretudo as ligadas a América Latina, além disso destinamos parte dos recursos arrecadados com nossos cursos para manutenção de uma rede solidária para mulheres estudantes de pós-graduação stricto sensu. Em luta! Coletivo Redes em Movimento.

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