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Descolonizando Museus a partir do olhar indígena
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Descolonizando Museus a partir do olhar indígena

7 mai - 2022 • 10:00 > 13:00

Evento Online via Zoom

Descrição

SOBRE:
O Curso tem como objetivo apresentar uma metodologia de pesquisa e teoria crítica para a construção de museus indígenas a partir dos sujeitos indígenas, sujeitos ativos dessa construção. Qual a relação de museu, memória e cidadania?  Vamos apresentar como se deu a colaboração dos comunitários nas entrevistas a partir de uma escuta ativa das memórias dos mais velhos e no primeiro momento da pesquisa, a relação familiar com a família da Moara. Como também se deu a ética na nossa pesquisa? Como entender quais as reais necessidades da comunidade de Cucurunã a partir das entrevistas e construir a história viva a partir dos saberes e fazeres que se preservam e continuam vivos, um exemplo é a cultura milenar do cultivo da mandioca e da criação da farinha. Tudo isso com o objetivo de construir um Museu com base na memória dos comunitários, visando atingir a sua autonomia e emancipação do sistema de produção acadêmica europeu. O acervo foi construído desde 2018 respeitando o tempo de cada entrevistado, seguindo um modo próprio de organização e colocando os assuntos que realmente são relevantes para a comunidade para que eles mesmos tenham um controle da sua história de vida, que sejam respeitados enquanto uma comunidade que vem resistindo ao avanço da especulação imobiliária, a destruição de suas poucas matas e da memória do igarapé de Cucurunã.

1 Exemplos de museus de comunidades:  indígenas,  ribeirinhos, caboclos e outras identidades racializadas.
2 Teoria sobre museologia social e museologia indígena 
3  Qual metodologia aplicada ao museu do cucurunã?
4 Participação de convidado de Cucurunã ( 15 minutos ).

FACILITADORAS:
BarbaraX é museológa e produtora cultural, originária de Belém do Pará se considera Amazonida, atualmente reside em São Paulo e atua no campo da arte contemporânea no espaço cultural Colaborinto, onde desenvolve diversos projetos de exposição e pesquisa em arte indigena contemporânea.

@moarabrasiltupinamba
Moara é artista visual e ativista das causas indígenas do povo tupinambá, é natural de Mairi (Belém do Pará). Sua ancestralidade genealógica origina-se da região do baixo Tapajós ( Vila de Boim e Cucurunã ). Atualmente faz parte do coletivo de mulheres artistas paraense MAR, sócia do Colabirinto e vice-presidente da associação multiétnica Wyka Kwara. Radicada em Campinas, é multiplataforma e utiliza: desenho, pintura, colagens, instalações, vídeo-entrevistas, fotografias e literatura. Sua poética percorre cartografias da memória, identidade, ancestralidade, resistência indígena e pensamento anticolonial. Fez parte da residência de artistas do MAM RIO 2021. Ganhou um prêmio para fazer parte do 67º Salão Paranaense do Museu de Arte Contemporânea do Paraná – MAC-PR. Foi finalista ao Prêmio Sim de Igualdade Racial, na categoria Arte em Movimento. Recentemente participou de exposição individual na Áustria, em Kunstraum Innsbruck com a exposição “Ressurgences of Amazon, junto com Emerson Uyra. Em 2020 foi selecionada com o projeto  "Museu da Silva" para a 30 edição do Programa de Exposições  CCSP. Participou, com Janaú, da Bienal "Nirin" em Sidney (curador Brook Andrew) com o vídeo da Marcha das Mulheres Indígenas (2019); do Seminário de Histórias Indígenas do MASP (2019); da Exposição “Agosto indígena” (2019) - São Paulo; da Teko Porã, na exp.coletiva “Re-antropofagia” com curadoria de Denilson Baniwa e Pedro Gradella em Niterói - Centro de Artes da UFF (2019). Já foi indicada ao Prêmio de Arte e Educação da Revista Select, em 2018, pelo projeto II Bienal do Ouvidor 63, ocorrido na maior ocupação artística de São Paulo.  Recentemente lançou o seu livro “O sonho da Buya-wasú”, da editora Miolo Mole.

BarbaraX é museóloga e produtora cultural, originária de Belém do Pará se considera Amazonida, atualmente reside em São Paulo e atua no campo da arte contemporânea no espaço cultural Colabirinto, onde desenvolve diversos projetos de exposição e pesquisa em arte indigena contemporânea. Co-fundadora da Coletiva Germina Kuña, um coletivo cuja função é prestar assistência de produção a artistas dissidentes.


INFORMAÇÕES: 
Data: 07/05 das 10h às 13h

Valores conscientes, você paga o quanto pode no momento!
Opção 01 - Mínimo: R$35
Opção 02 - Intermediario: R$50
Opção 03 - Ideal: R$65
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BOLSA INTEGRAL: se você quer fazer este curso mas não dispõe de recursos financeiros no momento, mande um e-mail para [email protected] contando um pouquinho de você e como esse conteúdo pode ser importante <3

Curso online e ao vivo, via plataforma Zoom
Todas as aulas são gravadas e disponibilizadas para quem estiver inscrite (vídeo disponível no drive por um mês após a realização do curso)
Emissão de certificado de participação de curso livre para quem assistir às aulas ao vivo.
Termos e políticas

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Sobre o organizador

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A Brava é um espaço dedicado à discussão e compartilhamento de conhecimento e trabalhos feitos por mulheres e pessoas trans. Promovemos cursos de diferentes áreas com trocas horizontais, que subvertem lógicas pré estabelecidas, fomentando um pensamento crítico, atravessado por discussões raça, classe, gênero e sexualidade. Assim movimentamos pessoas, oferecendo um espaço seguro e acolhedor para compartilhamento de saberes em um ambiente pensado para fomentar trocas e expandir conexões.

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