12 fev - 2022 • 09:00 > 12 fev - 2022 • 12:00
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Corpos trans-versais: interseccionalidade, prostituição e o acesso a condições dignas de trabalho por mulheres transexuais e travestis
Segundo os dados da Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) cerca de 90% da população transexual e travestia, atualmente, tem como renda principal a prostituição, além do mais somente cerca de 6% possuem trabalho formal. Dessa forma, percebe-se as raízes do preconceito e discriminação contra essa população, para além disso se deve relembrar que o mercado de trabalho das profissionais do sexo está sujeito a diversas violações de Direitos Humanos e do próprio ordenamento jurídico brasileiro, dentre elas: a exploração sexual, o proxenetismo e o trabalho escravo contemporâneo.
Em vista disso, a Clínica de Enfrentamento ao Trabalho Escravo (Cete) tem a honra de os convidar ao nosso evento, o qual tecerá acerca da interseccionalidade entre o trabalho das profissionais do sexo e a população transexual e travesti, à luz da violação dos direitos trabalhistas, com o intuito de demonstrar que se urge a presença de mecanismos os quais concedam a dignidade da pessoa humana à população transexual e travesti, a qual é diariamente marginalizada.
A partir disso, no dia 12 de fevereiro, sábado, das 9 horas ao meio-dia haverá palestras ilustres. Dentre elas, com o advogado trabalhista Luís Daniel; com a vice-presidenta da Aprosmig (Associação das Prostitutas de Minas Gerais) Laura Maria; com a presidenta da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis, Transexuais e Intersexos); e com o relato da vida de Naomi Marques.
Você poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesEste evento tem a comodidade e a praticidade de uma transmissão online com a melhor experiência garantida pela Sympla.
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Prepare-se! Para participar é necessário ter o Zoom instalado.
Clínica de Enfrentamento ao Trabalho Escravo
A Clínica de Enfrentamento ao Trabalho Escravo é um projeto de pesquisa e extensão desenvolvido no âmbito do Escritório de Assessoria Jurídica Popular, da Universidade Federal de Uberlândia. A CETE conta com a participação voluntária de advogados, graduandos e mestrandos em direito e psicologia, e atua na conscientização, prevenção e combate ao trabalho análogo ao escravo, com vistas a alcançar o trabalho decente, segundo as diretrizes da Organização Internacional do Trabalho
Os dados sensíveis são criptografados e não serão salvos em nossos servidores.

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