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Clube do Livro de Letramento Racial: Apolinária

26 fev - 2026 • 11:00 > 26 fev - 2026 • 11:00

Evento Online via Zoom

Clube do Livro de Letramento Racial: Apolinária

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Descrição do evento

Festival Sempre um Papo encerra o a temporada do Clube do Livro – Letramento Racial no dia 26 de fevereiro, quinta-feira, com a leitura e discussão do livro “Apolinária”, de Bianca Santana, em uma edição virtual e ao vivo, com a presença da autora e coordenação e mediação de Madu Costa. O Festival Sempre um Papo tem patrocínio da Cemig, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Governo de Minas Gerais.

Esta edição vem com uma novidade: no dia 6 de março, sexta-feira, o Festival vai fazer um sorteio de 10 (dez) livros entre os inscritos no Sympla, que receberão o livro em casa. Mas com uma condição: que eles sejam lidos e os ganhadores participem da live no dia 26 com perguntas.

Sobre o livro “Apolinária”

Como uma semente que vagou ao vento, Apolinária ? ou Polu, para os íntimos ? deixou para trás um marido que nunca amou em Tabocas do Brejo Velho, no interior da Bahia, às margens do rio São Francisco, e foi germinar em São Paulo, em 1946. Sozinha, se estabeleceu na periferia da capital paulista e criou dois filhos, trabalhando como servente e empregada doméstica. Viu sua árvore crescer e dar frutos às custas de força e perseverança.

Neste romance, que consolida Bianca Santana como uma das principais escritoras brasileiras em atividade, as vozes da neta Bianca e da avó Polu se alternam, conforme a primeira tece com maestria memória familiar e pesquisa histórica, a segunda explora a fina linha que une a família, o dia a dia que sobrepassa o racismo e a ascensão social por meio do trabalho. O resultado é um convite para nos aprofundarmos nas nuances da identidade negra no Brasil.

Sobre Bianca Santana

Bianca Santana é escritora, jornalista, colunista da Folha e comentarista do Jornal da Cultura. Doutora em ciência da informação e mestra em educação pela Universidade de São Paulo (USP). Autora de Apolinária (Fósforo, 2025), Continuo preta: a vida de Sueli Carneiro (Companhia das Letras, 2021), Arruda e guiné: resistência negra no Brasil contemporâneo (Fósforo, 2022), Quando me descobri negra (Fósforo, 2023), e dos infantis Diálogos feministas antirracistas (e nada fáceis) com as crianças (Camaleão, 2022) e Quem limpa? (Companhia das Letrinhas, 2025).

O Clube do Livro – Letramento Racial é um novo espaço de leitura e reflexão apresentado pelo Festival Sempre um Papo aos leitores de Belo Horizonte. O ciclo teve início na segunda-feira, dia 29 de setembro, às 19h, no Teatro da Biblioteca Pública de Minas Gerais, com entrada franca. No primeiro encontro, a professora Rosália Diogo falou sobre o livro Ponciá Vicêncio (2003), de Conceição Evaristo, narrativa marcada pela escrevivência e pela memória ancestral, sob coordenação geral da escritora Madu Costa.

A iniciativa convida o público a mergulhar na produção literária de cinco mulheres negras que marcaram a história da literatura nacional, da pioneira Maria Firmina dos Reis à contemporânea Bianca Santana, passando por Carolina Maria de Jesus, Ruth Guimarães e Conceição Evaristo. As obras escolhidas traçam uma linha do tempo que percorre diferentes contextos históricos, estilos e lutas, revelando a força da palavra como resistência e como afirmação de identidade.

Ao longo do ciclo, os encontros foram realizados nas seguintes datas:

  • 29/09 – Rosália Diogo / Conceição Evaristo
  • 18/11 – Madu Costa / Maria Firmina dos Reis
  • 11/12 – Eda Costa / Carolina Maria de Jesus
  • 22/01 – Patrícia Santana / Ruth Guimarães
  • 26/02 – Madu Costa / Bianca Santana

Após a abertura com Ponciá Vicêncio, o Clube do Livro seguiu no dia 18 de novembro, terça-feira, com Úrsula (1859), de Maria Firmina dos Reis, romance abolicionista considerado a obra inaugural da literatura afro-brasileira, com Madu Costa. Em seguida, no dia 11 de dezembro, terça-feira, foi a vez de Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus, com a professora Eda Costa. O ciclo continuou em 22 de janeiro, quinta-feira, com Água Funda (1946), de Ruth Guimarães, um retrato literário do Vale do Paraíba marcado pela oralidade e pelo folclore, com Patrícia Santana. O encerramento acontece em 26 de fevereiro, quinta-feira, com Apolinária (2025), de Bianca Santana, sob a condução de Madu Costa.

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Sobre o produtor

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Sempre Um Papo

Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

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