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Capitães da Areia - da obra de Jorge Amado

Evento encerrado

Capitães da Areia - da obra de Jorge Amado

24 abr - 2021 • 19:00 > 24 abr - 2021 • 21:00

 
Videoconferência via Sympla Streaming

Descrição do evento

Desde que a pandemia fechou os teatros, artistas em cada canto planeta têm tentado novas formas de se comunicar com suas plateias. Com 34 anos de trajetória e sem poder se apresentar presencialmente, a Cia Baiana de Patifaria se lançou, em julho de 2020,  no universo da transmissão digital de algumas das 8 montagens de seu repertório. Tudo começou com Fora da Ordem transmitida online ao vivo, seguida de Siricotico, A Bofetada, Noviças Rebeldes e A Vaca Lelé em versões gravadas. 

 

Chegou a vez do formato digital de CAPITÃES DA AREIA, um clássico da literatura de Jorge Amado, adaptado para o teatro por Roberto Bomtempo, dirigido por Fernanda Paquelet e Lelo Filho. O espetáculo, montado entre 2002/2003, foi visto por mais de 30.000 espectadores e conta com o maior elenco já formado pela Cia Baiana de Patifaria, reunindo 10 atores e 3 atrizes.

 

O trapiche descrito por Jorge Amado e lindamente narrado pela cantora Maria Bethânia, tendo trilha sonora original composta pelo músico Bira Reis, é habitado por Pedro Bala (Igor Epifânio), Sem Pernas (Ricardo Fagundes), João Grande (Fabrício Boliveira), Pirulito (Nilson Rocha), Professor (Jarbas Oliver), Boa Vida (Francisco Pithon), Gato (Alan Miranda), Volta Seca (Pisit Mota) e Almiro (originalmente interpretado por Manhã Ortiz e substituída pela atriz Kalassa Lemos, que também vive Dora, o grande amor de Pedro Bala). 

 

O desdobramento do elenco para interpretar todos os personagens que constam na adaptação de Roberto Bomtempo para o livro foi inevitável: coube à atriz Mariana Freire a tarefa de viver 7 deles (Dalva, Dona Aninha, a empregada, a negrinha do areal, uma freira, um garoto da turma do Ezequiel e a comadre Luiza), ao ator Luiz Pepeu 5 diferentes homens (o Cônego, um bedel, um Comissário, o Chefe de Polícia e João de Adão), para o ator Agê Habib (Gastão, um bedel,  Padre José Pedro e o Marchand), a atriz Christiane Veigga vive (D. Margarida, D. Laura, D. Éster, uma freira, a filha de santo e Neide). 

 

O livro, escrito no final da década de 30, é um retrato poético da vida de menores abandonados, mas que tem a liberdade como palavra-chave para guiar suas vidas e a solidariedade como um meio de superar a difícil condição social em que vivem. A amizade entre esses garotos e a obstinação por sobreviverem apoiando-se uns nos outros é o que melhor o livro nos apresenta. Com boa dose de poesia e o humor de alguns personagens, Jorge Amado nos conta a estória de Pedro Bala que viveu a infância juntamente com seu bando nas ruas e no cais de Salvador. Capitães da Areia é também uma reflexão sobre como, decorridos mais de 80 anos desde que o livro foi incinerado em praça pública por ter sido considerado subversivo, continuamos assistindo a um total desrespeito a todos os estatutos e leis vigentes que asseguram a defesa dos direitos humanos. 

 

Para a narração em off do espetáculo, a Cia convidou uma divina voz da música brasileira e divina intérpretede textos: a cantora Maria Bethânia. A gravação aconteceu no estúdio da gravadora Biscoito Fino, no Rio de Janeiro. E como base para a voz de Bethânia e para as coreografias criadas pelo coreógrafo Zebrinha, um bela trilha sonora original foi criada pelo músico baiano Bira Reis.

 

O cenário criado por Maurício Pedrosa e o figurino assinado por Miguel Carvalho tiveram como fonte de inspiração as imagens da Bahia feitas pelos dois “estrangeiros” mais baianos que viveram nas vielas e ladeiras de Salvador: a fotografia de Pierre Verger e as telas e esculturas de Carybé.

 

O design de luz é de Eduardo Tudella e o design gráfico foi criado pela Bamboo Editora.

 

A dupla de diretores do espetáculo, Fernanda Paquelet e Lelo Filho, reuniu um elenco com experiências diversificadas e selecionado durante ciclos de leitura e um cronograma de ensaios, oficinas de percussão e dança afro. Junto com o elenco, Fernanda e Lelo fizeram uma intensa pesquisa sobre o período do livro, incluindo visita à Zélia Gattai e os filhos Paloma Amado e João Jorge numa das varandas da famosa Casa do Rio Vermelho, em Salvador, para conhecer mais curiosidades sobre a escrita de nosso amado Jorge.

 


 FICHA TÉCNICA


Da obra de

Jorge Amado

 

Adaptação de

Roberto Bomtempo

 

Narração

Maria Bethânia

 

Direção

Fernanda Paquelet e Lelo Filho

 

Elenco

Agê Habib, Alan Miranda, Christiane Veigga, Fabrício Boliveira, Francisco Pithon, 

Igor Epifânio, Jarbas Oliver, Kalassa Lemos, Luiz Pepeu, Mariana Freire, 

Nilson Rocha, Pisit Mota e Ricardo Fagundes.


Trilha Sonora  

 Bira Reis   

           

Coreografia                                          

Zebrinha                                                     

 

Preparação Corporal 

 Freddy Ortiz


Figurino
Miguel Carvalho 

                                               

Cenário                                

Maurício Pedrosa 


Design de Luz 

Eduardo Tudella     


Design Gráfico

 Bamboo Design

Camarim
Márcia Valério

 

Remasterização de Som                                

Richard Meyer                              


Legendas e Transmissão

Fernando Bitencourt


Assistentes de Produção

Rita Valério e Luis Cláudio


Produção Executiva 

Marcos Motta                  


Uma produção

Companhia Baiana de Patifaria


DURAÇÃO: 1h50min

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Sobre o produtor

organizer

CIA BAIANA DE PATIFARIA

Em 1988, na Bahia, um grupo de atores alterou a produção teatral e passou a dividir com o diretor a concepção de suas montagens. Surgia a Cia Baiana de Patifaria, uma trupe cujo trocadilho no nome definia suas marcas registradas: humor e irreverência. Em 33 anos, o seu público alvo é bem amplo e assim mais de 2 milhões e meio de espectadores já se divertiram com 8 sucessos do repertório: Abafabanca, A Bofetada, Noviças Rebeldes, 3 em 1, A Vaca Lelé, Capitães da Areia, Siricotico e Fora da Ordem.

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