27 ago - 2024 • 13:00 > 27 ago - 2024 • 15:00
27 ago - 2024 • 13:00 > 27 ago - 2024 • 15:00
sobre:
“fogo que arde sem se ver”, “ferida que dói e não se sente”, “contentamento descontente”, “dor que desatina sem doer”: muito se diz sobre todos os desafios que o amor vence e supera, em sua contradição constituinte — até lembrando um pouco Exu, nesse aspecto.
mas o amor faz algum tipo de mágica automaticamente antirracista?
quando pensamos o afeto também como política, que sentidos as relações interraciais podem ter?
dá pra pensar afeto interracial fora da contradição estrutural da colonialidade branco-supremacista como sistema de poder branco sobre subjetividades e corpos negros?
é possível, em nome do amor, dissolver o lastro das políticas de braqueamento — sintetizadas imageticamente na proposição interracial, heteronormativa e monogâmica da redenção de cam — em relações afetivossexuais interraciais?
por que “palmitagem” é um conceito que mais serve pra machucar pessoas negras que pra levar pessoas brancas a problematizarem seus fetiches, desejos, afetos?
a oficina-reflexão-ação “afeto, interracialidade, “palmitagem”: o amor dá conta do racismo?” vai rolar em horário de creche, tentando criar um espaço pensado pra outras mães ou demais cuidadories autônomes que dependem muito do horário escolar pra ter tempo de fazer outras coisas possam participar.
idealização e facilitação:
tatiana nascimento é de brasília, mãe da Irê, NB. gosta de novela, de cantar, de escrever poemas. sonha bastante, até acordada. tem um bocado de livros publicados, foi finalista do jabuti de poesia 2022, publicou + de 60 títulos de autoria LGBT/negra pela padê (que não é cocaína) editorial. criou o conceito "cuírlombismo literário" pra pesquisar literatura negra lgbtqi+.
informações:
27/08, das 13h às 15h
INSCRIÇÕES GRATUITAS
Atividade online e ao vivo.
Não haverá gravação, se inscreva apenas se puder participar ao vivo para não tirar a vaga de outras pessoas.
Classificação indicativa: 18 anos
Essa é uma das oficinas pedagógicas da terceira edição da semilla, feyra de publicadoras & publicadories
Semilla significa semente em espanhol. A pronúncia é “semílha”, e é o nome do primeiro evento autônomo de autoras e publicadoras independentes realizado no Brasil, com sede no Distrito Federal.
Dedicada exclusivamente à produção editorial e literária de pessoas trans, não-binárias, e mulheres cis – especialmente negras, indígenas, lésbicas, bissexuais e com deficiência – a Feyra Semilla foi idealizada por tatiana nascimento, escritora brasiliense e editora da Padê Editorial.
Este projeto é/foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal - FAC/DF
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BRAVA
Um espaço de construção de comunidades a partir do compartilhamento de conhecimentos e à produção de saberes contra-hegemônicos. Os caminhos desenhados pela Brava passam por cursos, oficinas, aulões, rodas de conversa e outras iniciativas educacionais, centradas em discussões sobre raça, classe, sexualidade, gênero, colonialidade e pela formação de um pensamento crítico no geral, idealizadas e facilitadas por sujeites que moldam suas vozes a partir do enfrentamento à esses sistemas.
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