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Espetáculo: E se todas se chamassem Carmem? - Breve Cia

08 nov - 2019 • 20:00 > 10 nov - 2019 • 21:00

Evento encerrado

Descrição do evento

A Breve Cia, com muito prazer reapresentará o espetáculo:
E SE TODAS SE CHAMASSEM CARMEM?

DIAS: 08, 09 e 10 de Novembro
HORÁRIO: Sexta e sábado às 20hrs e domingo às 19hrs
LOCAL: Rua Itajubá, 1097 - Sagrada Família

Sinopse: Três corpas, talvez sejam muitas. Inclusive elas se enxergam umas nas outras. Elas querem falar sobre amor, já tiveram tudo, inclusive alguém para amar ou já amaram a si mesma. Irão falar na verdade sobre morte, as três tem algo em comum; uma verborragia debochada sobre a situação do país em que vivem, foram abortadas no tapa do nascimento e criadas por vermes da lata de lixo da cozinha, da parte amarela da bandeira do maior país da América Latina.

Ficha Técnica
Direção: Adriano Borges
Assistente de direção: Anair Patrícia
Elenco: Amora Tito, Anair Patrícia e Renata Paz
Concepção e Dramaturgia: Breve Cia
Iluminação: GATO de luz
Arte Gráfica: Quartinho
Apoio: Espaço Brejo das Sapas e Estação Criativa


SOBRE A BREVE CIA:
A Breve Cia é um instante de experimentação, um encontro de artistas cênicos que se dedicam à arte teatral, pesquisando e deslocando o que é estabelecido como palco, onde o teatro faz-se necessário e urgente como lugar de expressão, encontro, reflexão, sensibilização, liberdade e fala. Composta por Adriano Borges, Amora Tito, Anair Patrícia e Renata Paz, a Cia em “E se todas se chamassem Carmem?” investiga as dramaturgias negras, o teatro de ocupação, o épico dramático e denuncia em cena a anulação social de corpos negros femininos.

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Serão apenas 30 LUGARES por apresentação, garanta seu ingresso antecipado :)

Local

Breve Espaço

Rua Itajubá, 1097 Sagrada Família

Belo Horizonte, MG

Termos e políticas

Sobre o produtor

organizer

Breve Cia

A Breve Cia é um instante de experimentação, um encontro de artistas cênicos que se dedicam à arte teatral, pesquisando e deslocando o que é estabelecido como palco, onde o teatro faz-se necessário e urgente como lugar de expressão, encontro, reflexão, sensibilização, liberdade e fala. Composta por Anair Patrícia, Adriano Borges, Marcos Tito e Renata Paz, a Cia em seu primeiro trabalho “E se todas se chamassem Carmem?” investiga a Dramaturgia Negra, o Teatro de Ocupação, o Épico Dramático e denuncia em cena a anulação social de corpos negros femininos.

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