25 jul - 2023 • 18:00 > 25 jul - 2023 • 21:00
25 jul - 2023 • 18:00 > 25 jul - 2023 • 21:00

Abebé: tributo às mulheres afrolatinoamericanas
Amefricanidades e afrolatinoamericanidades, categorias do pensamento e da sensibilidade ancestral a partir de Lélia Gonzalez surgem como inspiração nesse tributo de pertencimento das Mulheres negras dentro da sociedade brasileira, latino americana e caribenha. No dia 25 de julho, data que marca o Dia de Tereza de Benguela, convidamos à celebração das corpas e negrices que lutam contra a dominação. Sensibilidade, sensualidade e estima social são conquistas que se comemoram em coletivo, as artistas independentes Deborah Campos, Mayara de Assis e Mirian Miralles, apresentam danças emancipadas das estruturas coloniais produzidas e elaboradas a partir das danças do samba, dos movimentos populares e do funk carioca, ganhando tempo e espaço na programação do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, sob a irradiação e luminosidade do Abebé, o espelho sagrado, em reverência às Yás africanas, coroamos essa noite afro-feminina com os diamantes do luar tendo o bailar como resposta rigorosa da continuidade insubmissa das memórias negras.

Mais de duas
Linguagem: Dança
Público alvo: Livre
Resumo: Ressalta as múltiplas possibilidades de ser corpo-mulher-mãe. Mostra as distintas mulheres que habitam em nós em tempos e espaços diferentes e como elas influenciam a nossa relação com a própria vida. Compreende a dança como possibilidade de transitar entre as formas de cuidado construindo narrativas de amor, cumplicidade e fortalecimento dos laços ancestrais.
Ficha Técnica:
Direção de movimento e coreografia: Mirian Bárbara Miralles Torres
Assistente de coreografia: Genilson Leite da Silva
Intérprete: Mirian Bárbara Miralles Torres; Mirta Bárbara Torres Berdeguez
Direção de imagem: Luis Silva.
Vídeo e edição: Rafaela Olivieri
Histórico da cia: A Coletivando Cia de Dança nasce com intuito de articular em suas obra cênicas temáticas que atravessam o dia a dia do corpo periférico, abordando temáticas que trazem reflexões sobre questões raciais, questões de gênero e tantas outras temáticas que nos envolvem a cada passo que damos pelo caminho da vida. A Cia é residente no Centro Coreográfico do Rio e possui em seu elenco artistas e pesquisadores das cidades de Ribeirão Preto-SP, Rio de Janeiro-RJ e Curitiba-PR. Entre 2017 e 2023 a cia pesquisou e estreou os espetáculos Interfaces (2019) e Naízes (2022) que percorreram estados como Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e Paraná, pautando temporadas em parceria com a FUNARTE e Secretarias Municipais de Cultura, além desses trabalhos a cia já apresentou as performances O que tem nessa bagagem (2017), Instabilidade Urbana (2018) e o curta de dança intitulado Afetos (2020).


Arruaça festa e cidade
Linguagem: Dança
Público alvo: comunidade interessada em dança, teatro, música e cultura popular.
Resumo: Tendo como cenário a temporada de calor em uma cidade tropical, o espetáculo acontece a partir de danças afro indígenas do Brasil. Uma cena portátil por onde transitam bailarina e música no baile inspirado em etnocoreografias sobre o corpo da trabalhadora urbana. O que põe nesse corpo a folia? Fitas, brilhos, fantasias, ritmos e cores, homenageando a revitalização das multidões a partir da sinfonia de discoteca com referências ao teatro do rebolado.
Ficha técnica:
Direção de movimento, atuação e bailado - Mayara de Assis
Assistente de direção - Luíza Gonsalves
Histórico da cia: Mayara de Assis é artista independente, bailarina, coreógrafa, educadora, produtora local da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Está inserida em grupos de pesquisa científicos, artísticos-culturais e também de extensão acadêmica, é doutoranda em Educação na UERJ e formada em Dança pela UFRJ. Desde 2016 idealiza e desenvolve o exercício-poético Arruaça, um conjunto artístico e performático, entre trilogia teatral e oficina de dança criativa, inspirado na energia do funk e outros ritmos afro urbanos. Arruaça obteve ampla circulação desde então, com participações em mostras, festivais e seminários nacionais e internacionais. A peça atualmente conta com trilha sonora e textos autorais livremente inspirados na cultura popular brasileira, esta é uma pesquisa efervescente e contínua que abraça artistas e plateias inquietas e ativas.
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesRua José Higino, 115, Centro Coreográfico do Rio de Janeiro , Tijuca
Rio de Janeiro, RJ
Marimba Recreativa
Marimba Recreativa, escola do movimento é uma iniciativa de criações artísticas, idealizada pela artista e educadora Mayara de Assis.
Os dados sensíveis são criptografados e não serão salvos em nossos servidores.

Acessa a nossa Central de Ajuda Sympla ou Fale com o produtor.