14 out - 2021 • 20:00 > 14 out - 2021 • 21:00
14 out - 2021 • 20:00 > 14 out - 2021 • 21:00
COLÔNIA RENATO LIVERA [RJ]

14/10, 20h
LOCAL
Teatro Rui Limeira Rosal
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA
14 anos
Com idealização e atuação de Renato Livera, a peça-palestra é o resultado de um ano de processo de pesquisa junto ao diretor Viniciús Arneiro e o dramaturgo paulistano Gustavo Colombini.
Eleita uma das três melhores peças do ano de 2018, na cidade de São Paulo, pelo jornal ESTADÃO. Indicada a melhor dramaturgia pelo Prêmio APCA. Sucesso de público e crítica, participou de importantes circuitos das artes cênicas no Brasil e no exterior, como MIRADA, MITsp (Brasil), Festival Santiago Off (Chile) e o FITEI – Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (Portugal), onde se destacou com unanimidade entre os melhores projetos do festival.
Colônia é uma dessas palavras emprestadas pelo dicionário para criações análogas ao que o termo remete. Está incrivelmente dispersa entre uma série de conjuntos de ideias: política, sociologia, ecologia, perfumaria, biologia. No formato de peça-palestra, o espectador é convidado a acompanhar o desmembramento das acepções da palavra colônia, presenciando um discurso nascido no espaço entre o conceito e a poesia.
Para que a diversidade de definições confluíssem, dois fatos da história brasileira foram catalisadores: a herança colonial do Brasil e a história do Hospital Colônia de Barbacena (MG), hospício onde mais de 60 mil pessoas foram torturadas e mortas ao longo das décadas de seu funcionamento. Um holocausto praticado pelo Estado, com a conivência de médicos, funcionários e da população. A partir de uma análise sintática e morfológica, o espetáculo cria conexões entre os fatos apresentados e reflete sobre forças propulsoras para uma ideia de descolonização, sobretudo do pensamento.
ATUAÇÃO E IDEALIZAÇÃO Renato Livera
DRAMATURGIA Gustavo Colombini
DIREÇÃO Vinícius Arneiro
CENÁRIO, SOM, LUZ E FIGURINO Renato Livera e Vinícius Arneiro
TÉCNICO E ILUMINADOR João Gaspary
REALIZAÇÃO Meta Produções
A organização do festival informa que toda a sua grade de apresentações segue as diretrizes do Protocolo Setorial de Cinemas, Teatros e Circos, publicada pelo Governo do Estado de Pernambuco, referente à pandemia COVID-19, que determina:
Funcionamento de até 200 pessoas ou 50% da capacidade de lugares;
Obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção para o público e para os trabalhadores, durante toda a sessão, exceto para os artistas que estiverem se apresentando;
Distanciamento de 1,5m entre as pessoas dentro do espaço do estabelecimento: na entrada, em seus corredores, filas de acesso e nos demais espaços durante todo o evento;
Limitação na capacidade dos auditórios e/ou arquibancadas, de forma que os lugares garantam o distanciamento mínimo de um lugar ou cadeira vaga entre os espectadores;
Membros de uma mesma unidade familiar podem ficar sentados juntos, desde que seja mantido um lugar vago entre outras pessoas ou outras unidades familiares;
Os guichês de atendimento ao público estarão anteparos de vidro ou acrílico para proteção das pessoas;
Disponibilização de álcool gel 70% para funcionários e espectadores em todos os pontos de entrada e de atendimento.
Você poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesRua Rui Limeira Rosal, S/N Petrópolis
Caruaru, PE

Fábio Pascoal
Caruaruense, odontólogo, iniciou sua experiência artística no TEA – Teatro Experimental de Arte, grupo fundado por seus pais, Argemiro Pascoal e Arary Marrocos, em 1962, na cidade de Caruaru. É um participante ativo dos trabalhos desenvolvidos pelo TEA, com ênfase ao trabalho de produção cultural, promovendo cursos, palestras, oficinas e o festival FETEAG - Festival de Teatro do Agreste, que idealizou e assina como produtor/curador.
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