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Slamousike com Marcos Paiva Sexteto + Kivitz + Max B.O. Abertura: ‘Tributo a Edison Machado’

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Slamousike com Marcos Paiva Sexteto + Kivitz + Max B.O. Abertura: ‘Tributo a Edison Machado’

JazzNosFundos - CCMI - São Paulo, SP
07 de junho de 2019, 22h-23h59

Ingressos

Antecipado Pista Lote 1
R$ 25,00  (+ R$ 2,50 taxa)
em até 6x R$ 5,07
Vendas até 07/06/2019
Encerrado
Antecipado Mesa
R$ 40,00  (+ R$ 4,00 taxa)
em até 10x R$ 5,16
Vendas até 07/06/2019
Encerrado

Descrição do evento

SEX | 7 Jun | 22h | Slamousike com Marcos Paiva Sexteto + Kivitz + Max B.O. Abertura: ‘Tributo a Edison Machado’

Nesta noite, o contrabaixista Marcos Paiva Sexteto apresenta o projeto Slamousike - Marcos Paiva Sexteto + Kivitz + Max B.O. que traz a pulsação e a energia de uma mistura única entre o jazz afro-brasileiro e o rap. No show de abertura, tributo ao baterista Edison Machado, que fez parte do movimento Bossa Nova surgido no Beco das Garrafas, no Rio de Janeiro, conhecido como o inventor do samba no prato por ser um dos primeiros a sintetizar toda a batida da percussão do samba para a bateria.

Abertura: 22h com Marcos Paiva Sexteto / Meu Samba no Prato - Tributo a Edison Machado


Nosso Samba Novo – Nas décadas de 60 e 70, dezenas de discos instrumentais foram lançados no Brasil, impulsionados pela onda  Bossa Nova e pelo surgimento de grandes instrumentistas como Hermeto Pascoal, Sergio Mendes, Cesar Camargo Mariano, Dom Salvador e Luiz Eça.

Para Marcos, o baterista Edison Machado – com seu LP “Edison Machado é Samba Novo” - virou uma referência máxima do chamado Samba Jazz. O álbum é um retrato de todo o ambiente da época e reúne músicos que se tornaram exemplos de grandes arranjadores, como o Maestro Moacir Santos e J.T. Meirelles, ou ícones de seus instrumentos, como o clarinetista Paulo Moura, o baixista Tião Neto, o trompetista Pedro Paulo, o pianista Tenório Jr. e o trombonista Raul de Souza. Edison tinha ainda qualidades singulares: personalidade no tocar e liderança de grupo. Esses atributos podem ser vistos nos seus três discos solo e em inúmeras gravações ao lado de Tom Jobim, Sérgio Mendes, Stan Getz e dos demais integrantes da Bossa Nova.

Para celebrar este grande músico, Marcos compôs  quatro canções inspiradas no LP “Edison Machado é Samba Novo” e fez o arranjo das músicas “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso, e “Acender as Velas”, de Zé Ketti.

Marcos Paiva (bx), Daniel de Paula (bt), Gustavo Bugni (p), Daniel DAlcantara (trp), Cassio Ferreira (sax e flauta) e Jaziel Gomes (trb).



(2ª entrada) Slamousike - Marcos Paiva Sexteto + Kivitz + Max B.O.


Em Slamousike, Marcos Paiva convidou os rappers Kivitz e Max BO para um projeto inédito: reunir num mesmo show a performance improvisada do samba jazz, a sonoridade instrumental ordenada pelas harmonias jazzísticas e pela rítmica afro-brasileira, e a potência crítica e artística da cultura hip hop (rap, grafite e dança).

Musicalmente, a fluidez com que Paiva costurou as passagens entre os dois universos, inclusive construindo colagens de temas como os DJs costuram, enriqueceu os dois lados. O rap ganhou arranjos sonoros mais potentes e uma condução musical mais orgânica e viva, enquanto o jazz ganhou o discurso direto, potente e político da palavra rimada.

Essas três culturas unidas no projeto, o jazz, o samba e o hip hop, nasceram em berços periféricos das grandes cidades do Brasil e dos Estados Unidos, e, para além do seu caráter improvisado, se tornaram maneiras de organização social e de contestação de valores estabelecidos. A simbiose construída neste trabalho é única, pois foi construída pensando em todos esses aspectos socioculturais e musicais.

Para escrever as letras e interpretá-las, Paiva convidou o rapper Kivitz e um dos pilares do rap paulistano, o Mc Max BO. Se Kivitz representa o sangue do novo do rap social, Max é o gênio do improviso que marcou a geração dos anos 90. Ele é ainda considerado um dos maiores rimadores do estilo “freestyle” (improvisação livre) do Brasil.

Para construir este caráter mais teatral, o músico colocou o grafite e dança no espetáculo. Estas duas outras culturas nascidas na rua emolduram os músicos, criando um ambiente urbano. O grafite e a dança estarão no palco através de projeções do VJ Gustavo Marra.

O sexteto do contrabaixista, o MP6, que completou 10 anos em 2017, é formado por Daniel D’Alcântara (trompete), Jaziel Gomes (trombone), Cassio Ferreira (sax e flauta), Gustavo Bugni (piano), Daniel de Paula (bateria) e o próprio Marcos, ao contrabaixo.

Por fim, o nome Slamusike.

Slam significa batida. Mousike é a palavra grega que, embora signifique música, está muito além – pois revela que a educação musical grega continha dentro de si a transmissão de noções de ética e estética.  A educação oral, que também é muito difundida até hoje no continente africano, possibilita educar o outro ao fazê-lo questionar os valores expostos em nossa sociedade e os valores íntimos ou internos. Este trabalho, com a despretensão que lhe cabe, pretende, de forma singela e para além do entretenimento, estimular a discussão para a política do nosso dia-a-dia. Afinal, “o custo de vida, o preço do feijão, da farinha, do aluguel...dependem das decisões políticas”. (Frase de autor desconhecido e atribuída a Bertold Brecht).


Com Kivitz (rapper), Max BO (rapper), Marcos Paiva (bx), Daniel de Paula (bt), Gustavo Bugni (p), Daniel DAlcantara (trp), Cassio Ferreira (sax e flauta) e Jaziel Gomes (trb).



SERVIÇO


O ingresso mesa é individual e garante um assento. Pedimos, por gentileza, que cheguem com pelo menos 40min antes do início do show para garantir uma melhor experiência. Em noites com dois espetáculos, considerar o horário do primeiro show.


As mesas são escolhidas conforme o número de ingressos comprados e por ordem de chegada e podem ser compartilhadas com outros clientes.


Enviar email para reservas@jazznosfundos.net caso pretenda sentar ao lado de outros compradores, informando nomes e quantidades de assentos.


Venda antecipada até 2 horas antes do show. Após este horário, compra de ingressos somente na porta.


O ingresso dá acesso à casa, incluindo a sala do show no térreo e o terraço no primeiro andar (não tem visão do show pois são ambientes diferentes.).

Telefone para contato:

De segunda a sexta das 10h às 18h: (11) 3088-0645

De segunda a sexta das 18h às 24h: (11) 3083-5975

.............................................................................

Abertura da casa: 20h

Rua Cardeal Arcoverde, 742, Pinheiros, São Paulo

Informações: jazznosfundos.net

A casa aceita cartões de débito/crédito ou dinheiro

Reservas apenas mediante compra de ingresso mesa.


Sobre o produtor

JazzNosFundos / CCMI

Abertura da casa: 20h RESERVAS somente mediante a compra antecipada do ingresso e solicitação por e.mail: reservas@jazznosfundos.net Venda online até 2 horas antes do show. Após este horário, compra de ingressos somente na porta. Telefone para contato: De segunda a sexta das 10h às 18h: (11) 3088-0645 De segunda a sexta das 18h às 24h: (11) 3083-5975

Local

JazzNosFundos - CCMI
Rua Cardeal Arcoverde, 742, Pinheiros
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