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Prata da Casa - Criança viada ou de como me disseram que eu era gay 07/06

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Evento encerrado

Prata da Casa - Criança viada ou de como me disseram que eu era gay 07/06

Teatro Gamboa Nova - Salvador, BA
07 de junho de 2019, 19h-20h30

Ingressos

Inteira
R$ 20,00  (+ R$ 2,50 taxa)
em até 4x R$ 6,05
Vendas até 07/06/2019
Encerrado
Meia
R$ 10,00  (+ R$ 2,50 taxa)
em até 2x R$ 6,53
Vendas até 07/06/2019
Encerrado

Descrição do evento

ATENÇÃO: Apenas metade dos ingressos disponíveis estarão à venda pelo sympla.
O restante será vendido na bilheteria do Teatro Gamboa Nova no próprio dia do evento!

Paula Lice é a Prata da Casa de junho no Gamboa Nova!
A encenadora, dramaturga e atriz Paula Lice celebra seus 20 anos de teatro com uma ocupação do Teatro Gamboa Nova, de 01 a 16 de junho, dentro do projeto Prata da Casa. Para comemorar uma produção artística intensa, o Gamboa receberá os espetáculos Criança viada ou de como me disseram que eu era gay e Para o Menino-bolha, nos quais Paula assina como diretora e os espetáculos Santa Maravilha Recebe - entrevistas performágicas Parece Bolero, em que além de dirigir, ela está em cena. A programação conta também com o lançamento do livro-baralho Pequeno Oráculo Invisível de Crianças Imaginadas, exibições dos curtas Jessy dirigido por Paula ao lado de Rodrigo Luna e Ronei Jorge, e Miúda e o Guarda-chuva, criado por ela e Victor Cayres, dirigido por Amadeu Alban e Jorge Alencar. Ainda acontecerá uma oficina de Escrita de Si, mediante inscrição e a instalação artística Santa Maravilha que estará no foyer do teatro ao longo dos 16 dias de ocupação.

CRIANÇA VIADA OU DE COMO ME DISSERAM QUE EU ERA GAY

Primeiro solo da carreira do ator Vinicius Bustani, Criança viada ou de como me disseram que eu era gay tem como tema o preconceito fruto da homofobia e suas implicações na vida de uma pessoa LGBT desde a infância até a vida adulta. A peça, que tem texto do próprio ator e direção e dramaturgia de Paula Lice, lança mão do gênero documental para falar sobre o isolamento que se impõe às crianças e adolescentes que não se enquadram nos padrões de comportamento heteronormativos.

O espetáculo propõe, desde o título, uma reflexão sobre a homofobia velada e naturalizada nas nossas relações cotidianas. Se a livre expressão de gênero não tem implicação na orientação da sexualidade, a Criança Viada vem para estimular a sensibilidade crítica, em busca de acolhimento e empatia.  

A cena é pensada para palco italiano ou salas de aula, em uma conformação que respeita a frontalidade ou o círculo. Existe uma intenção de diálogo e alusão a uma pedagogia das emoções e da reflexão. O ator, ora se posiciona como personagem, ora se posiciona como si mesmo, partindo do pressuposto de que é tudo ficção e tudo verdade. Algumas cenas propõem interação com o público e poucas mantém fechada a quarta parede. Trata-se de uma cena porosa, aberta à relação com o outro.

O espetáculo passou por três temporadas em 2018, duas delas no Teatro Gamboa Nova e uma no Teatro Molière. A quarta, já em março de 2019, aconteceu no Teatro SESI Rio Vermelho e marcou a comemoração de um ano de existência do espetáculo. Também realizou 16 apresentações na Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública e 6 apresentações através do edital Arte Todo Dia da Fundação Gregório de Matos (Prefeitura de Salvador), nos espaços culturais de Alagados e Plataforma e na Universidade Federal da Bahia.

Classificação indicativa: 18 anos

Ficha técnica
Texto e atuação: Vinicius Bustani
Direção e dramaturgia: Paula Lice
Direção de arte: Lia Cunha e Tiago Ribeiro
Direção musical: Heitor Dantas
Desenho de Luz: Larissa Lacerda
Produção: Tais Bichara
Assessoria de Comunicação: Mônica Santana 
Assistência técnica de luz e som: Débora Medeiros, Tiago Lins, Nayack Saturnino, Murilo Viola e Ed Castelo


EXPOSIÇÃO - Santa Maravilha Galeria ENTRE
Reedição da exposição “Santa Maravilha”, que ocupou a sala da Galeria Entre, projeto de Alexandre Guimarães. A obra foi criada a partir de um grande parangolé de 16 m², uma roupa/dispositivo, em faixas verticais e horizontais que se entrelaçam e geram laços, construída com 30m de tafetá, georgette, chiffon e lamê, em uma explosão de tons de rosa. Dessa “wearable art” surgiu a persona “Santa Maravilha”, que dá título a sala e que se desdobrou no “Santa Maravilha Recebe - Entrevistas Performágicas”.

Sobre o produtor

Local

Teatro Gamboa Nova
Rua Gamboa de Cima, 3, Aflitos
Salvador, BA

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