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Plana Festival "volta ao nada"

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Evento encerrado

Plana Festival "volta ao nada"

Cinemateca Brasileira - São Paulo, SP
23 de março de 2018, 10h - 25 de março de 2018, 20h

Contribuição

Doação
R$ 80,00  (+ R$ 8,00 taxa)
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Pré-venda livro Livro
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Poster Cinema Zero (ed. limitada)
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Contribuições até 23/03/2018
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Descrição do evento

Plana Festival Internacional de Publicações
23 de março das 17h até 20h
24 de março das 11h às 20h
25 de março das 11h às 20h

A volta ao nada é uma edição niilista e autocrítica sobre o próprio fazer artístico. Tudo que foi decidido foi apagado. Tudo que foi contratado será destratado. As regras foram quebradas e os acordos precisam ser revisados.
Esse ano a programação da Plana foi criada em um novo contexto, por uma comunidade de mais de vinte colaboradores num formato de guerrilha por uma batalha uníssona e leal. Cada membro dessa comunidade desenhou uma atividade que tivesse relação com suas pesquisas e desejos, formando um conjunto múltiplo e sincero. Na sexta edição, a luta continua, e este é o ano em que a Plana contorna para o vazio, convocando uma marcha para a desconstrução de conceitos e regras, voltando para os tempos em que não tínhamos nada e o absoluto era abstração.

A entrada do evento é gratuita, entretanto excepcionalmente nessa edição estamos fazendo uma campanha de arrecadação de fundos para sustentar a independência do festival e a grade de programação sugerida. Participe! Colabore!

Atenção: a doação não garante entrada no Festival, caso o espaço esteja em sua máxima lotação, por questões de segurança! Cheguem cedo para garantir a entrada.

Programação


23 de março, sexta-feira


17h Abertura

Criada em um novo contexto por uma comunidade de mais de vinte colaboradores, este ano a programação da Plana se apresenta no formato de uma guerrilha por uma batalha uníssona e leal. Cada membro dessa comunidade desenhou uma atividade que tivesse relação com suas pesquisas e desejos, formando um conjunto múltiplo e sincero. Nesta sexta edição, a luta continua: a Plana flerta com o vazio e convoca uma marcha para a desconstrução de conceitos e regras, voltando-se para os tempos em que não tínhamos nada e o absoluto era abstração.


19h Cinema Zero | estreia - La Jetée (La Jetée)1962, Chris Marker

Sala do vazio

Organizadores: Mateus Acioli, Juan Narowé, Raul Luna, Bia Bittencourt (Cineclube Fantasma)

O Cineclube Fantasma é organizado por artistas visuais e funciona como um lugar de pesquisa livre em cinema e outras manifestações audiovisuais. Na mostra, foram selecionados um conjunto de trabalhos díspares oriundos de diferentes campos de produção e que levantam diversas interpretações sobre o retorno ao nada. Os trabalhos, seus questionamentos e suas discussões são acionados a partir dessa fricção, contrapondo abordagens opostas.

Sinopse: A partir de fotografias em preto e branco, La Jetée conta a história de um homem forçado a explorar suas memórias após a devastação da Terceira Guerra Mundial.


19h30 Exposição: ANDA | visita guiada com curadores e artistas

Corredor de entrada

Artistas: Mariana Abasolo, Lucas Rampazzo, David Galasse, Filipi Filippo, Mateus Acioli, Juan Narowé

Curadoria: Lucas Ribeiro (Pexão) e Gabriela Castro (Bloco Gráfico)

A exposição “ANDA” traz uma intervenção do coletivo Pardo, um percurso de construção e desconstrução gráfica que dialoga com questões de projeto, obsolescência, transfiguração e resignificação. Formado por artistas contemporâneos que também atuam como designers gráficos (e vice-versa), o coletivo trabalha na contaminação mútua de conceitos e processos utilizados nessas práticas, entre o digital e o analógico. Na Plana, ocuparão o extenso corredor de entrada da Cinemateca Brasileira – esse vão entre duas construções surge como espaço entre arte e design e como acesso a dois momentos no tempo de uma edificação cheia de camadas de história e transformações.


21h La Garçonnière

Deck

Artistas, poetas e escritores participantes:

A fala da poesia: Vanderley Mendonça, Luciano Corta-Ruas, Roberto Casarini;

A poesia da fala: Tranqueiras Líricas (Marcelo Montenegro e Fabio Brun), Sons e Furyas em AMOR (Vanessa Baumagy, André Sant-Anna, Helô Ribeiro, Henrique Alves, Zeca Loureiro, Rogério Bastos) Nuvens Ornamentais (Natália Barros e Jorge Poulsen), Tony Bittencourt e os Pedintes (Guilherme Ziggy e Marina Milhomem), Type Stove, desenterrando as palavras, Coletivo de arte Kinguio CasaArtStudio (Daniela Pinheiro, Patricia Camelatto e artistas convidados)

A dança que fala: Daniel Kairoz e Convidados

A fala da música: Wallace Willians e Banda

Organizador: Vanderley Mendonça (Demônio Negro) e Luciano Corta-Ruas

La Garçonnière recria o ambiente e a atmosfera do apartamento onde Oswald de Andrade e sua namorada Maria de Lourdes (Miss Cyclone) recebiam, entre 1916 e 1918, os artistas, poetas e escritores que gestaram a Semana de 22 e fundaram o modernismo brasileiro. É hoje uma festa lítero-musical. Nas apresentações, poetas e escritores leem suas obras acompanhados por músicos, atores e performers, ao mesmo tempo em que artistas expõem seus trabalhos, suas instalações, suas obras plásticas e gráficas, seus livros e seus objetos.


24 de março, sábado


11h Cinema Zero | sessão 2 - Videograms of a Revolution (Videogramas de uma revolução), 1992, Harun Farocki e Andrei Ujica

Sala do absurdo

Sinopse: Os videogramas de Farocki e Ujica mostram a revolução romena de dezembro de 1989 em Bucareste, a partir de uma nova forma de historiografia baseada nas imagens de arquivo coletadas.


12h Estação de Trabalho | abertura dia 1

Foyer do absurdo

Organizador: Lucas Kröeff e Paula Lobato (Banca)

A Estação de Trabalho é uma ação complementar às mesas, às conversas e à feira para gerir um periódico, feito e impresso durante o festival. Lucas Kröeff e Paula Lobato irão coordenar uma equipe de trabalho para criação e edição de texto, de imagem e de impressão para catalogação e acervo do conteúdo debatido e circulado durante a Plana.


12h15 Colecionismo e Descolecionismo | com Rita Mourão e Lucas Ribeiro

Sala do absurdo

Organizador: Lucas Ribeiro

Retornar à simplicidade do zine como suporte para um projeto artístico, que no contexto atual pode circular por feiras em instituições culturais do mundo, é uma prática que contrasta com a dificuldade em se inserir no circuito de galerias e museus. Portanto, tanto artistas contemporâneos ainda desconhecidos quanto nomes que já participam do circuito de arte experimentam cada vez mais com publicações independentes. Mas o colecionismo da produção desse segmento está apenas começando no Brasil. O curador Lucas Pexão, a descolecionista Rita Mourão e seus convidados discutem o mercado de livros e edições de artista, pensando na conexão com o efervescente cenário de zines contemporâneos.


14h O corpo morto | Christine Greiner

Sala do absurdo

Organizador: Neide Jallageas (Kinoruss Editora)

Professora e pesquisadora responsável pela abertura e incremento teórico no Brasil sobre os estudos da dança japonesa, Christine Greiner conversa sobre a reinvenção do corpo através da arte e a estética como tecnologia de transformação. Através da dança, das artes visuais, da política e da cultura viva do Japão, ela centra sua fala na vida singular do corpo e suas metamorfoses constantes e coloca em xeque o dualismo entre mente e corpo para desfazer os clichês sobre identidade e contraste entre Japão e Ocidente.


14h30 Degênero: o grito do corpo | Amara Moira, Claudia Nigro e Chico Felitti

Sala do vazio

Organizador: Tiago Fabris Rendelli (Editora Urutau)

Em tempos de violência contra a diversidade, precisamos retornar ao nada e retomar os princípios que norteiam o respeito pela diferença. A mesa intitulada “Degênero: o grito do corpo” discutirá os ataques contra a diversidade de gênero que estão acontecendo atualmente em nossa sociedade. Além disso, serão debatidas as formas de exclusão que acontecem no mercado editorial, relacionadas a mulheres, lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. A mesa será formada pela professora doutora Cláudia Nigro (livre-docente em Crítica Literária e doutora em Letras pela UNESP/IBILCE) e pela doutora Amara Moira (travesti, feminista, doutora em Teoria e Crítica Literária pela Unicamp). A mediação será feita por Chico Felitti.


15h30 Declamação a favor da poesia | Ricardo Aleixo

Deck

Organizador: André Conti e Aline Valli (Editora Todavia)

Um dos maiores poetas contemporâneos brasileiros, o mineiro Ricardo Aleixo é também um performer experimentado e mesmerizante. Em sua performance, Aleixo promete fazer do seu corpo uma antologia de seus poemas e de seu corpus poético uma declaração lírica e em alta voltagem a favor da integração entre a literatura e os cinco sentidos. Temas como amor, literatura, cidade e racismo, que são típicos de sua poesia (que possui tanto uma vertente lírica quanto concreta), entrarão em cena. Será um show, um sarau, uma performance e sobretudo uma declaração, em alto e bom som, a favor da poesia.


16h30 Abrindo caminhos | Miriam Alves e Jarid Arraes

Sala do vazio

Organizador: Esmeralda Ribeiro (Quilombhoje)

A mesa busca discutir os caminhos e as oportunidades da escrita negra impulsionada no século XXI pelo sucesso literário de Conceição Evaristo no mundo literário e mostrar que, apesar das dificuldades, cada produção e lançamento não representa um ponto final, mas sim uma vírgula na história da literatura brasileira. Miriam Alves atua na literatura negra há mais de trinta anos e é poeta, prosadora e dramaturga. A jovem Jarid Arraes é escritora e cordelista e publicou nesse gênero o livro Heroínas negras brasileiras.


18h15 Nada ou quase nada | Leszek Brogowski

Sala do vazio

Organizador: Amir Brito Cadôr (Andante Edições)

Leszek Brogowski, professor da Universidade de Rennes e diretor das edições Incertain Sens, única editora universitária especializada em publicações de artista, apresenta uma reflexão sobre o que é ser editor hoje. Como o atual ambiente internacional, intelectual e político influencia as novas atitudes na Arte e nas publicações dos artistas? Entre as diferentes funções do nada na arte – estética, mística, reflexiva (autorreferencial), existencial (absurda), política (recusa ao trabalho) etc. –, a função econômica parece ser a mais atrativa para os artistas em busca de formas cruas de livros/zines. Mais do que o niilismo e o nada metafísico, a modéstia e as formas cruas são as dimensões políticas que retomam o nada nas publicações dos artistas atuais – o que é particularmente sensível no modelo de economia estética que os sustenta.


20h Cinema Zero | sessão 3 - Cat Effekt, 2011, Melissa Dullius e Gustavo Jahn

Sala do vazio

Sinopse: Uma mulher anda sozinha pelas ruas de Moscou, entrando e saindo de transportes e passagens sob o solo. Ela está a caminho de uma exibição de um filme sobre um gato. A partir da mistura de sensações, cores e sons, sonhos e realidades se misturam.


21h Dez anos de Slam | Slam das Minas

Deck

Organizador: Plana

Slam é uma batalha de poetas, que chegou no Brasil em 2008 e comemora uma década. É uma batalha inspirada no boxe, com regras que criam uma atmosfera de igualdade entre os competidores: só é permitida a declamação de textos autorais de até três minutos, não é permitido usar figurino ou objeto cênico, pode-se ler o texto e o júri é convocado

na hora. No Slam das Minas, somente mulheres podem se inscrever para a batalha. Durante a Plana, as inscrições para poetas serão feitas meia hora antes.


25 de março, domingo


10h30 Cinema Zero | sessão 4 - Regen (Chuva)1929, Joris Ivens e Mannus Franken

Sala do absurdo

Sinopse: Tudo se transforma sob influência da chuva. Regen é um poema-filme experimental que mostra a precipitação e queda da chuva em Amsterdã: a cidade na qual os canais e cenários tornam o tema sublime.


Wutharr, Saltwater Dreams (Wutharr, sonhos de água salgada), 2015, The Karrabing 

Sinopse: O Karrabing Film Collective é um grupo de mídia australiano com base numa comunidade indígena. Sendo o mais surrealista dos filmes do coletivo, Wutharr é um modo de auto-organização e análise do próprio modo de vida deles.


12h Estação de Trabalho | abertura dia 2

Foyer do absurdo

Mediador: Lucas Kröeff e Paula Lobato (A Banca)

Local: Estação de Trabalho


12h Descaminhos de um projeto

Picnic

Mediador: Felipe Abreu

Participam: Eduardo Dantas, Isadora Soares Belletti, Manoela Cézar, Matheus Nepomuceno, Ricardo Ribeiro, Thamires Tavares

Nesta conversa, Felipe Abreu (coordenador do curso “Acompanhamento de Projetos” realizado na Plana em 2017) mediará uma discussão sobre os desafios no desenvolvimento e na criação de projetos em fotografia, acompanhado dos alunos que participaram da primeira edição do curso, no ano passado. Serão discutidos os caminhos possíveis dentro da criação, além da exposição da caminhada dos alunos ao longo desse processo, apresentando o andamento de suas produções, suas dúvidas e seus próximos passos.


13h30 Produção imaterial | Ana Maria Maia, Lorena Vicini e Thiago Carrapatoso

Picnic

Organizadoras: Julia Ayerbe, Laura Daviña, Livia Benedetti e Marcela Vieira

Uma conversa sobre outras possibilidades de fomento e circulação de arte em paralelo ao cenário institucional. Será abordado como iniciativas que deslocam a produção para outros contextos podem influenciar a linguagem da arte e como viabilizar modelos autônomos frente à gradativa precarização das políticas públicas de incentivo.


14h Recusa do não lugar | Juliano Pessanha

Sala do absurdo

Organizador: Florencia Ferrari (UBU editora)

Num palco, um ator lê trechos do livro filósofico-testemunhal de Juliano Garcia Pessanha, autor que também se encontra presente no palco. Os trechos narram as peripécias de um homem vazio que colocou o nada de si no altar e tentou fazer disso uma identidade positiva e diferenciada. No entanto, a diferenciação excessiva gerou um afastamento do mundo, obrigando-o a se voltar para a realidade e destroçar a identidade negativa para evitar ser arrastado para a miséria material. É um livro sobre o fracasso em ser nada. Após a leitura, Juliano fala da obra com o público.


15h30 Desfechos | Urs Lehni (Rollo Press) e Erik van der Weijde (4478 zine)

Sala do vazio

Organizador: Bia Bittencourt (Plana)

O que vem depois de anos de experimentações, processos, erros e acertos de uma editora independente, além da criação de uma vasta bagagem de dois homens que parecem ter tocado no cume dos seus projetos? Erik van der Weijde, que encerrou a atividade de sua editora de fotolivros autopublicados depois de treze anos, e Urs Lehni, que a dez anos se dedica em publicar pequenas tiragens de livros em processos gráficos elementares e parece chegar perto do esgotamento de sua carreira e do desejo por novos caminhos, conversam sobre o motor da produção, das motivações e das oportunidades desse mercado que ainda está em processo de compreensão e formação no Brasil.


17h – Flaneur Magazine | Piquenique

Picnic

Organizador: Plana

A Flaneur Magazine baseada em Berlim foca em uma rua por edição. Eles dedicaram sua nova edição à rua paulistana Treze de Maio. Em colaboração com artistas e escritores locais, a revista recebe as muitas camadas e vozes do bairro do Bixiga e tenta usar esse microcosmo para contar histórias universais. Na Plana, o editor-chefe da Flaneur, Fabian Saul, e o diretor de arte, Johannes Conrad, discutirão o processo de feitio da revista. Eles vão apresentar vários contribuidores e convidar todos para discutir os temas da revista, assim acrescentando suas falas às muitas vozes da publicação.


17h Intermediário | A role play de Roberto Winter e Vermes do Limbo

Sala do absurdo

Classificação etária: 18 anos

Organizador: Marina Oruê e Douglas Garcia (Membrana)

Intermediário ocorre entre a projeção do documentário A role play de Roberto Winter e a performance da banda Vermes do Limbo. A role play é um documentário ficcional islandês que foi desenvolvido para a plataforma de trabalhos de arte aarea. O documentário de 45 minutos investiga os vídeos feitos por um brasileiro que diz ter matado o presidente dos Estados Unidos, abordando questões como a inteligibilidade dos atuais modos hegemônicos de comunicação e aquisição de informação, seus vícios, suas deficiências e suas distorções inerentes, ao mesmo tempo em que os confronta com eventos políticos atuais, modos de ação e seus horizontes (ou a falta deles). Vermes do Limbo é uma banda de Guilherme Pacolla e Vinicius Patrial, cujo estilo de som peculiar tomou forma a partir da repetição do erro. Baseado neste suposto instante em um evento futuro, haverá uma publicação da Membrana com textos de Renata Scovino e Tiago Santinho.


19h A vida das plantas | Emanuele Coccia

Sala do absurdo

Organizador: Marina Moros e Fernando Scheibe (Cultura e Barbárie Editora)

Estar-no-mundo é estar imerso, numa mistura em que não se pode haver mais sujeitos e objetos, já que tudo se interpenetra, tudo participa de uma mesma atmosfera formada pelo sopro de todos e de cada um. Segundo Emanuele Coccia, as plantas, com sua capacidade de fazer-mundo a partir da luz do sol, são o verdadeiro paradigma do aberto, do estar-no-mundo; Emanuele nos convida não tanto a um estudo de botânica quanto a uma astrologia levada ao extremo.


19h30 – Cinema Zero | sessão 5 - Terceiro milênio, 1981, Jorge Bodanzky e Wolf Gauer

Deck

Sinopse: Em Terceiro milênio, o cineasta Jorge Bodanzky documenta a viagem do senador amazonense Evandro Carreira por seu estado em 1980. A partir desse trajeto, no entanto, revela-se a força econômica do Amazonas e suas contradições: a corrupção na política indigenista e a presença de fábricas poluidoras às margens do rio Solimões.


21h Orquestra Alfabeto | encerramento

Deck

Organizador: Marcio Black

Integrantes das bandas Auto, Labirinto, National, Hurtmold, Objeto Amarelo, Telemuzik e Noala, juntos com o músico Akin e o produtor Marcio Black, formaram a Orquestra Alfabeto em 2010, para desdobrar paisagens abstratas e sonoridades nos limites entre a composição e a improvisação.


Paralelas ao Festival


24, sábado e 25, domingo | Poetas Ambulantes

Organizador: Plana

Inspirando-se nos vendedores ambulantes que circulam dentro de coletivos oferecendo suas mercadorias, os Poetas Ambulantes oferecem aos passageiros poesia falada e escrita, em troca apenas de atenção, emoção e interação. A cada mês, os Poetas traçam um itinerário diferente, percorrendo diversas linhas de ônibus, trens e metrô, declamando e entregando poemas de sua própria autoria ou de autores consagrados. Para a Plana, os poetas estarão declamando nos ônibus que circulam pela cidade e levam até o Festival.


Direct Message | Feira de Arte

Organizador: Galeria Sancovsky

Anexo II na Cinemateca

Criada em 2017 pela Galeria Sancovsky, a Direct Message é uma feira de arte que reúne e aposta na produção de artistas brasileiros independentes e sem representação em galerias. A iniciativa nasceu da busca por um modelo paralelo ao próprio circuito de artes visuais, e acredita na autonomia do artista em seus mais variados âmbitos: da liberdade para selecionar o que e como exibir, até a total independência na hora de comercializar e negociar seus trabalhos com o público. Assim como a Feira Plana, a DM busca entender e questionar as complexidades e especificidades do seu meio e das produções consideradas "à margem" do mercado.


No site | aarea e Edições Aurora / Publication Studio São Paulo | virtualidade e materialidade

Artistas participantes: Beatriz Toledo, Carla Zaccagnini, Fabio Morais, Ícaro Lira, João Loureiro, Julia Rocha, Mayana Redin, Nuno Ramos

Organizadoras: Julia Ayerbe, Laura Daviña, Livia Benedetti e Marcela Vieira

Edições Aurora e aarea convidam oito artistas com quem trabalharam e com que desenvolveram projetos inéditos para responder questões sobre como a especificidade editorial e da internet influenciaram na produção de cada um, tendo em vista que suas obras costumam ser pensadas para espaços expositivos institucionais. As entrevistas estarão disponíveis no site da Plana durante e depois do evento.


23 de março de 2018, 20h às 00h | Flaneur Magazine | lançamento da edição 07
Escadaria do Bixiga – Rua Treze de Maio, Bela Vista
Flaneur é uma revista nômade, independente, que foca em uma rua por edição. A revista busca usar um único microcosmo para contar histórias universais e captar a complexidade das ruas, suas camadas e sua natureza fragmentada, com uma abordagem multidisciplinar. Em 2017, o time passou vários meses em São Paulo, produzindo uma nova edição dedicada à rua Treze de Maio, em colaboração com artistas e escritores locais. Na noite de abertura do Festival Plana, os colaboradores e o time da Flaneur vão levar a edição recém-publicada de volta às ruas. Você é bem-vindo na celebração desse lançamento especial para mergulhar nas múltiplas vozes da Treze de Maio. Mais tarde a festa vai continuar no samba lá na esquina.


Abertura 27 de março, 17h | Exposição: Germen

Galeria Jaqueline Martins

Artistas: Ivan Navarro, Courtney Smith, Francisca Benitez, Martin La Roche, Catalina Bahuer, Agustina Zegers, Anibal Bley, Dong Young Lee, Ignacio Gatica

Curadoria: Ignacio Gatica Rojas e Martín La Roche (Ediciones Popolet)

Coordenação: Bia Bittencourt

Produção: Marcela Jones

Local: Galeria Jaqueline Martins (R. Dr. Cesário Mota Júnior, 443 – Vila Buarque)

Germen é um cenário onde as publicações da Ediciones Popolet, editora dos artistas Ignacio e Martin, podem ser apresentadas e estendidas em projetos generativos em vez de apenas livros estáticos. Germen é apresentada como um espaço aberto de participação, interação e diálogo. É também uma plataforma de contemplação que parte do espaço da publicação para ir além e pensar como nós habitamos os livros, dentro e fora deles.


29 de março, quinta


19h – Cinema Zero | sessão 6 - Jardim Nova Bahia, 1971, Aloysio Raulino

Sala do absurdo

Sinopse: Jardim Nova Bahia se pauta na visão de mundo do baiano residente em São Paulo: Deutrudes Carlos da Rocha. Dividido em duas partes, o filme se desenvolve a partir da alternância do depoimento de Deutrudes com os de outros baianos na mesma condição que a dele, e posteriormente a partir de imagens filmadas pelo próprio protagonista.


Brasília, contradições de uma cidade nova, 1967, Joaquim Pedro de Andrade

Sinopse: O documentário de Joaquim Pedro de Andrade mostra a distância e contraste entre Brasília, uma cidade planejada

Sobre o produtor

Plana Festival

Local

Cinemateca Brasileira
Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino
São Paulo, SP

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