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II Fórum Internacional Novas Abordagens de saúde mental Infantojuvenil

Centro Sul - Florianópolis, SC
05 de abril de 2019, 08h30 - 06 de abril de 2019, 18h

Inscrição

R$ 0,00

Lote Promocional Estudante
R$ 100,00
Pague em até 12x
Inscrições até 18/11/2018
Encerrado
Lote Promocional Profissional
R$ 120,00
Pague em até 12x
Inscrições até 18/11/2018
Encerrado
1º lote Estudante
R$ 120,00
Pague em até 12x
Inscrições até 20/01/2019
0
1º lote Profissional
R$ 135,00
Pague em até 12x
Inscrições até 20/01/2019
0

Descrição do evento

O II Fórum Internacional: Novas Abordagens em Saúde Mental Infantojuvenil a ser realizado em Florianópolis com organização do CENAT, têm por objetivo ser um espaço de discussão e debate sobre a situação da saúde mental da criança e adolescente.

A saúde mental da infância na esfera das políticas públicas de saúde tem sua história muito recente. 

Assim como em outros sistemas de saúde mental de países mais desenvolvidos, a questão da infância e juventude ficou à margem na construção de políticas públicas de saúde mental, sendo que as ações destinadas as crianças eram tomadas como mera extensão das políticas pensadas para a população adulta.

Ao longo da última década, cresceu a dimensão do interesse em questões de saúde mental em escala global. 

Problemas de saúde mental começam precocemente e estima-se que afetem de 10% a 20% das crianças e adolescentes em todo o mundo, estando entre as principais dificuldades vividas por esta população. 

Isto é especialmente relevante no contexto de países de baixa e média renda,>1) Primeira infância e medicalização da vida:

As políticas de saúde voltadas à primeira infância foram iniciadas com foco na redução da mortalidade infantil, principalmente nas regiões do planeta com maiores iniquidades. 

A  cobertura de imunização e o aumento de sobrevida  devem-se principalmente ao maior acesso aos cuidados de saúde propiciados por meio da implantação implementação do SUS, no Brasil.

Com isso, novas medidas têm sido possíveis, constituindo políticas, programas e ações que incidem sobre aspectos diversos das vidas das crianças, de seus familiares e de profissionais envolvidos na atenção à infância e juventude, na perspectiva da promoção, proteção e defesa dos direitos humanos.

O ano de 2017, por exemplo, foi marcado pela sanção de uma lei que torna obrigatória a aplicação, em consulta pediátrica, de protocolo ou outros instrumentos para avaliação de risco para o desenvolvimento psíquico em todas as crianças em seus primeiros 18 meses de vida. 

Dessa forma, a proposta da mesa é fazer dialogar princípios éticos, clínicos e políticos em relação à primeira infância, com lentes críticas aos processos de medicalização, convocando a interdisciplinaridade como eixo articulador de novas práticas práticas. 

Para tanto, será discutida a referida lei à luz dos princípios do SUS, da Política Nacional de Saúde da Criança, da Política Nacional de Saúde Mental, tudo isso em articulação com recentes estudos epidemiológicos sobre o rastreamento universal de riscos para o desenvolvimento psíquico e sobre o uso da Caderneta de Saúde da Criança.


2) Educação e saúde mental:

A educação exerce seus impactos em todos os meios nos quais está presente. A importância de se educar as pessoas a respeito do que significa ter uma boa saúde mental tornou-se imprescindível.

Tanto para as crianças, quanto para os jovens e seus parentes, ter consciência de que eventos e comportamentos podem afetar a saúde psicológica de alguém é extremamente importante.

Vemos entre os jovens casos de bullying, agressões externas e internas ao ambiente familiar, depressão e tentativas de suicídio como elementos presentes em suas vidas. A educação surge como um elemento a auxiliar na saúde mental dessas pessoas.

Discutir sobre seus impactos se faz algo fundamental para a erradicação de quadros psicológicos negativos possíveis e para o desenvolvimento de métodos de conscientização eficazes.

O objetivo da mesa é justamente esse: servir de espaço para a troca de ideias sobre como melhorar a educação incorporando a saúde mental em seu leque de essencialidades, dado o impacto que essa união pode ter na prevenção psicossocial de problemas e dificuldades.


3) Ouvir vozes na Infância:

O ouvir de vozes, quando não se conhecem suas origens, pode ser uma experiência aterrorizante e amedrontadora do ponto de vista daquele que as escuta. Na infância, esse panorama se repete da mesma forma.

No entanto, a experiência ouvindo vozes, comprovadamente, pode ter origens diversas como, por exemplo, traumas e agressões vividas, não se encaixando no quadro de uma psicopatologia necessariamente.

Viver com as vozes não precisa ser algo negativo. Aprender a conviver e a entender as vozes pode ser o principal passo para que se possa olha-las com outros olhos e ouvi-las com outros ouvidos.

A proposta dessa mesa é justamente olhar essa experiência do prisma da infância, entendendo as vozes de acordo com essa perspectiva e também de acordo com a perspectiva dos parentes – elementos fundamentais dessa vivência ao lado da criança e do adolescente.

Novas práticas e maneiras de enxergar as vozes existem e estão aí para ajudar a mudar a realidade de quem as ouvem, sendo crianças, adolescentes ou mesmo adultos. As vozes podem ser amigas e ajudar a superar vivências traumáticas e afins.


4) Suicídio na adolescência:

Como se sabe, a transição da vida adolescente para a vida adulta pode representar mudanças extremamente difíceis e repletas de enfrentamentos psicológicos e sociais no que concerne a realidade de um jovem.

A saída dos ambientes seguros de outrora, o aumento das expectativas diante de novas realidades, o rompimento de relacionamentos antigos e o próprio processo de autoconhecimento e descoberta, muitas vezes levam estes jovens a entrarem em estados de angústia, medo e intensa ansiedade, aos quais eles dificilmente estariam preparados.

Uma das consequências dessas mudanças, aliada a uma possível falta de apoio na vida desses indivíduos, é o desenvolvimento de condições psicológicas críticas, que em casos extremos, acabam levando á depressão nas universidades, e até mesmo, ao suicídio.

Nesse sentido, a mesa tem como objetivo discutir a saúde mental do jovem adolescente, suas nuances e formas de ajuda-los, dadas as alterações naturais e intensas dessa fase.

A prevenção do sofrimento pode evitar casos de suicídio e de outros quadros delicados, por isso se faz tão necessário o debate entorno do tema e a aglomeração de ideias e propostas, ações, para que essa realidade esteja cada vez mais distante da realidade dos adolescentes.


5) Da vulnerabilidade social à vulnerabilidade psíquica: Uma proposta de cuidado em saúde mental para adolescentes

Entende-se que situações de vulnerabilidade social, contextos de violência e ambientes de conflito são fatores chave para o desencadear de problemas e dificuldades psicológicas, principalmente no que concerne a criança e ao adolescente.

A periferia, espaço diversas vezes excluído da agenda governamental, acaba sendo um terreno fértil para atividades prejudiciais a psique dessa faixa da população. Projetos são desenvolvidos visando afastar essas pessoas de situações de risco.

Por meio do cuidado preventivo, da brincadeira e de espaços “protegidos” da influência negativa direta, a criança e o adolescente podem ter um lugar para desabafar, crescer e compartilhar abertamente sobre suas dores e medos.

Pretende-se oferecer por meio da troca e do carinho um ambiente ameno e voltado para essas pessoas. A brincadeira e o lúdico teatral são duas das ferramentas de cuidado e desenvolvimento utilizadas.

O objetivo da mesa é tratar dessas questões, visando ser um espaço para o pensar de projetos, soluções e melhorias no que concerne a vulnerabilidade social e suas consequências ao estado psicológico dos mais jovens. 


6) A criança e o adolescente na agenda política da saúde mental brasileira: inclusão tardia e desafios atuais. 

A inclusão tardia da criança e do adolescente na agenda política de saúde mental brasileira deu origem a desafios públicos no que diz respeito a implementação de medidas com esse fim.

Desde a criação dos CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) e mesmo de medidas buscando ampliar a interdisciplinaridade dos serviços, os mais jovens continuam sofrendo em decorrência do pouco tempo de existência de alguns serviços e da consequente falta de estrutura deles.

Mapear as dificuldades psicológicas dos mais jovens e preparar os profissionais para lidar com elas não se resume em tarefa fácil. Há muitos membros e trabalhadores das redes de saúde mental fazendo muito com o pouco que acabam tendo.

Por esses e outros motivos, a mesa se abre para a discussão do tema objetivando emitir luz sobre questões importantes dessa implementação - seja debatendo sobre os serviços ou falando sobre como pode ser feito o preparo dos profissionais da saúde pública para esses casos, por exemplo.

Se faz importante pensar sobre como aprimorar e desenvolver tanto os processos de criação e instauração desses locais, quanto sobre como abordar da melhor forma as questões e dificuldades exibidas pelos mais jovens.

PERFIL DO PÚBLICO ALVO

Trabalhadores e estudantes da área da saúde e saúde mental; usuários de serviços de saúde mental e seus familiares; pessoas que escutam vozes. 

COMISSÃO ORGANIZADORA E APOIOS

CENAT

IMHCN (International Mental Health Collaborating Network)


PALESTRANTES

Palestrante: Nick Chown  (Inglaterra)

Currículo: Nick Chown é um defensor independente do autismo, mentor, pesquisador e instrutor. Ele realizou pesquisas sobre barreiras para a aprendizagem de estudantes com autismo em educação básica e superior, conscientização do autismo no serviço policial do Reino Unido, protocolos de viva-voz para estudantes de doutorado com autismo e caminhos diagnósticos para adultos autistas. Sua tese de doutorado enfocou os métodos da linguagem e a aplicabilidade do conceito de jogo de linguagem de Wittgenstein no autismo. Ele é membro do conselho editorial do Journal of Autism and Developmental Disorders e revisor de vários outros periódicos. Além de liderar o projeto Higher Achievers, que investiga o apoio a estudantes autistas no Reino Unido, Nick esteve envolvido no projeto da LSBU, orientando adultos autistas tanto como mentor quanto como membro do conselho consultivo. O livro de Nick "Entendendo e Avaliando a Teoria do Autismo" foi publicado em 2016.

Palestrante: Akiko Hart  (Japão)

Currículo: Akiko Hart é membro do Comitê da Intervocie na Inglaterra. Ela também é presidente da ISPS do Reino Unido e gerente de projeto do Hearing Voices na Mind in Camden. Como parte de seu trabalho na Mind in Camden, ela ajuda a criar e facilitar grupos de ouvidores vozes em várias configurações, incluindo a comunidade, serviços de saúde mental para crianças e adolescentes, presídios, centro de imigrantes. Tem como foco de atuação a saúde mental infantojuvenil. Ela já trabalhou como Diretora de Saúde Mental na União Europeia e tem um grande interesse nas diferenças e sobreposições na provisão de saúde mental em diferentes contextos nacionais e culturais.

Palestrante: Maria Cristina Ventura  (UFRJ)

Currículo: Doutora em Saúde Mental pelo Programa de Psiquiatria e Saúde Mental do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (2012). Mestre em Psicologia Clínica pela PUC/RJ(1999). Graduada em Psicologia pela UFRJ(1980). Desenvolve pesquisas, atividades de formação e clínica na área da saúde mental pública, com ênfase na atenção psicossocial para crianças e adolescentes. É psicóloga e pesquisadora no Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas de Saúde Mental (NUPPSAM/IPUB/UFRJ), atuando em parceria com o Centro de Atenção Psicossocial CARIM, do IPUB (CAPSi). É professora permanente do Mestrado Profissional em Atenção Psicossocial do IPUB/UFRJ, e coordenadora do Curso de Especialização em Atenção Psicossocial da Infância e Adolescência (IPUB/UFRJ). Foi supervisora clínico-institucional de CAPS, CAPSi e Ambulatório de Saúde Mental.Teve experiência no campo da gestão em saúde mental, tendo coordenado o Fórum Estadual de Saúde Mental para Crianças e Adolescentes do Estado do Rio (SES-RJ) de 2000 a 2007. Foi consultora do Ministério da Saúde para a área da saúde mental da infância e adolescência de 2000 a 2010. Em 2016, foi Tutora no Projeto Engrenagens de Educação Permanente dos Percursos Formativos da RAPS, do Ministério da Saúde, atuando em cinco Municípios e um Estado para ativação das redes de atenção psicossocial para crianças e adolescentes. 


Palestrante: Profa Rossana Seabra (UNESP)

Currículo: Possui Graduação em Psicologia pela UFPR (1982), Especialização em Educação Especial pela UFPR (1991), Mestrado em Educação pela UFSCAR (1995), Doutorado em Educação pela UNESP (2002) e Pós doutorado em Desinstitucionalização realizado em Trieste-Itália (2011). Atualmente é Professora Assistente Doutora da UNESP e Membro do Corpo Editorial da Internacional Association Of Applied Psychology. 


Palestrante: Profa Sandra Torossian (UFRGS)

Currículo: Possui graduação em Psicologia e Mestrado em Psicologia do Desenvolvimento pela (UFRGS). Doutora em Psicologia pela (UFRGS). Atualmente é professora do Departamento de Psicanálise e Psicopatologia do Instituto de Psicologia da (UFRGS). Foi colaboradora do Mestrado em Psicologia da Universidade Pedagógica de Maputo (UPM) e atualmente colabora com trabalhos técnicos e orientações da Faculdade de Psicologia da Universidade Politécnica de Maputo, Mozambique. Coordena o Centro de Referência e apoio institucional para políticas de cuidado ao uso de drogas- Rede Multicêntrics, com financiamento da SENAD/MJ. Coordena o GT de Atenção a usuários de drogas no âmbito da da Clínica de Atendimento Psicológico da UFRGS . Integra a comissão coordenadora da Casa dos Cata-ventos: um lugar para brincar, conversar e contar histórias (UFRGS-APPOA). Membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA). Membro do Núlceo de Pesquisa em Dispositivos Clínicos e políticas públicas (UFRGS) e do GT Dispositivos clínicos em Saúde Mental da ANPEPP. Foi coordenadora do curso de graduação em Psicologia (UFRGS) 2010-2012 e atualmente atua como vice-diretora do Instituto de Psicologia (UFRGS). Tem desenvolvido trabalhos e pesquisa na área da Psicanálise em interface com a Saúde Coletiva e as Políticas públicas, com ênfase nas temáticas da infância,adolescência, vulnerabilidade social e drogas.


Palestrante: Prof  Deivisson Vianna Dantas (UFPR) 

Currículo: Médico, Psiquiatra, Mestre e Doutor em Saúde Coletiva pela (UNICAMP). Atualmente é Docente Adjunto do Departamento de Saúde Comunitária da (UFPR) e coordena a linha de cuidado em saúde mental da Fundação Estatal de Atenção Especializada em Saúde de Curitiba (FEAES). Possui MBA em Gestão em Saúde pela (FGV). Trabalhou na supervisão, gestão e preceptoria de residentes em psiquiatria em diversos equipamentos de saúde de Curitiba-PR e Campinas-SP e já ocupou o cargo de coordenador de saúde mental neste último município. 


Palestrante:  Prof Ricardo Lugon 

Currículo: Médico Psiquiatra Infantil graduado pela Universidade Federal do Espírito Santo e Residência Médica no Instituto Municipal Philippe Pinel/RJ com atuação na área de Saúde Mental da Infância e Adolescência no contexto das públicas. Mestrando no PPGEDU/UFRGS. Professor na Faculdade de Psicologia da IENH.


Palestrante: Rossano Cabral Lima (UERJ)

Currículo: Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1995), residência em Psiquiatria (1998) e Psiquiatria Infantil (1999) pelo Instituto Municipal Philippe Pinel - RJ, mestrado (2004) e doutorado (2010) em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com doutorado sanduíche no Instituto Max Planck de História da Ciência (Berlim, Alemanha). Foi Professor Visitante do NUPPSAM/IPUB/UFRJ (2011) e atualmente é Professor Adjunto e Vice-Diretor do Instituto de Medicina Social da UERJ. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Psiquiatria, atuando principalmente nos seguintes temas: saúde mental de crianças e adolescentes, políticas públicas de saúde mental, diagnósticos psiquiátricos e identidades sociais, saúde mental global, medicalização, transtorno do déficit de atenção/hiperatividade e transtornos do espectro autista.

Mais Palestrantes a serem confirmados

PROGRAMAÇÃO

Horários


05 de abril

8:30 – 9:00 Credenciamento

9:00 – 9:15 Mesa de Abertura 

9:15 - 10:00  Os desafios e barreiras Entendendo e Avaliando a Teoria do Autismo

10:00 – 10:30  Espaço para dialogo 

10:30 – 10:40 Coffe Break

10:40 – 12:40  Saúde Mental na escola. 

 Papel da escola para os sem lugares. (Profa Rossana Seabra)


Palestrante a Definir

12:30 -14:00  Intervalo Almoço

 14:00 – 15:20   Diálogos Ouvir Vozes na Infância

15:30- 16:00 Relatos de experiências

16:00 – 16:10 –Coffe Break

16:10 - 17:30 Crianças e adolescentes na agenda política da saúde mental brasileira: inclusão tardia e desafios atuais. (Profa Cristina Ventura)

17:30 – 18:00 Apresentação de trabalhos


06 de abril

9:00 – 10:30  Diálogos desmedicalização na Infância

10:30 - 10:40 Coffe Break

10:40 -12:00 Tentativas de suicídios na adolescência. (Ricardo Lugon)

12:00 – 12:30 Apresentação de trabalhos

12:30 -14:00  Intervalo Almoço

 14:00 – 15:00 Da vulnerabilidade social à vulnerabilidade psíquica:  Uma proposta de cuidado em saúde mental para adolescentes (Sandra Torossian UFRGS)

15:00 - 15:15 Documentário "Desumanidades: cinco relatos sobre violência sexual na adolescência". 

15:15 – 15:30  Debate sobre tema vulnerabilidade

15:30 - 15:40 Coffe break

15:40 - 17:00 - Entrevista Participativa com Akiko e Nick

17:00 – 17:15  Apresentação Cultural


INVESTIMENTO

Lote Promocional 40 primeiros inscritos 

Valor inscrição Estudante: R$ 100,00

Valor inscrição Profissional: R$ 120,00

1º Lote 

Valor inscrição Estudante: R$ 120,00

Valor inscrição Profissional: R$ 135,00

2º Lote 

Valor inscrição Estudante: R$ 135,00

Valor inscrição Profissional: R$ 155,00

3º Lote 

Valor inscrição Estudante: R$ 155,00

Valor inscrição Profissional: R$ 175,00

4º Lote 

Valor inscrição Estudante e Profissional: R$ 200,00

*Vagas limitadas 


Formas de pagamentos:

Cartão crédito em até 6 vezes (Com Juros)

Boleto

*Nota fiscal é emitido logo após a confirmação do pagamento.


O que está incluso na inscrição:

Palestras 

Tradução Inglês-Português 

Brindes

Certificado>Clique para ter acesso ao modelo

PASSOS PARA SUBMISSÃO

Para submissão do trabalho enviar o resumo para o email: eventoscenat@gmail.com


DATA E LOCAL

Data:

05 e 06 de abril de 2019

Horário: 9:00h ás 18:00h

Local do Evento: 

Centro Sul:  Av. Gov. Gustavo Richard, 850 - Centro, Florianópolis - SC, 

Dúvidas enviar email: pablovalente@cenatcursos.com.br

Convide um amigo para participar do Fórum. Clique aqui e convide seu amigo

INFORMAÇÕES PARA PAGAMENTO DE INSCRIÇÃO POR EMPENHO

 O pagamento de inscrição por Nota de Empenho destina-se ao participante do evento, que terá sua inscrição custeada por instituição pública ou privada, optante por esta modalidade de pagamento. O valor a ser considerado para pagamento deve ser o vigente para a categoria na data de emissão do empenho.

 

Dados para emissão de Empenho:

RAZÃO SOCIAL: CENAT (Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas) 

CNPJ: 21.462.928/0001-68 

ENDEREÇO: Av Rio Branco, 1233, Centro, Marilia/SP. CEP:17502-000

 

Contato:

Ygor 

eventoscenat@gmail.com

 APRESENTAÇÃO DE TRABALHO

Normas para Submissão de Trabalhos

O 2º Fórum Internacional Novas Abordagens em Saúde Mental Infantojuvenil aceita submissões de trabalhos científicos, por esta via de inscrição, apenas na modalidade Apresentação em formato Pôster.

NORMAS

Nos stands, cada participante poderá apresentar até 2 (trabalhos) pôsteres, sendo um trabalho em cada dia, 05 e 06 de abril. Além destes, um pôster institucional poderá permanecer exposto nesses dias.

·         O prazo final para submissão de trabalhos vai até o dia 15/02/2019;

·         Deverá(ão) ser encaminhado(s) o(s) arquivo(s) com o(s) resumo(s) e identificação de autoria.  Número máximo de 5 autores.

·         O objetivo é a discussão de temas relevantes no campo da saúde mental Infantojuvenil e boas práticas na saúde mental infantojuvenil no sentido de suscitar debates, estimular a troca de experiências entre os participantes.

·         A formatação dos trabalhos (resumo e pôster) deverá ser a seguinte: Resumo: o resumo deve ser constituído de um único parágrafo de texto. Formatação: tamanho: entre 800 a 1.500 caracteres (incluindo os espaços entre palavras);

·         Espaçamento entre linhas: 1; fonte: Times New Roman, 12 pontos; tamanho da página A4; margens: superior e esquerda com 3 cm e inferior e direita com 2 cm. Palavraschave: máximo de três; título do trabalho: letras maiúsculas, centralizado e negrito; nome do(os) autor(es): letras maiúsculas/minúsculas, alinhado à direita e negrito (abaixo do título);

·         Formatos: word e PDF. Pôster (estrutura e dimensões): largura (90 cm) e altura (120 cm).

·          Deverá seguir à organização: título do trabalho; autor(es); instituição; grupo de pesquisa e agência financiadora, se houver; Eixo Temático a que se vincula. Recomenda-se que o pôster seja confeccionado com cordão para ser dependurado.

·         Apresentação do pôster: os autores são responsáveis pela entrega de seus pôsteres nos stands destinados a cada participante no local e dia da sessão de apresentação - conforme programação do evento -, bem como pela sua retirada.

·         Durante a sessão de apresentação dos pôsteres é necessária a presença de, no mínimo, um dos autores junto ao mesmo para atender o público interessado e fazer sua integração com o conjunto de autores que participam dessa sessão nos stands institucionais.

·         Modelo de Pôster

PASSOS PARA SUBMISSÃO

·         Para submissão do trabalho enviar o resumo para o email: eventoscenat@gmail.com


HOTEL OFICIAL DO FÓRUM

A organização do Fórum em saúde mental Infantojuvenil fechou uma parceria com hotel Intercity Florianóplois. Hotel fica 10 minutos de caminhada do Centrosul e na região central de Florianópolis próximo a restaurantes e a rodoviária.

 O valor da diária de R$ 225,00 em quarto duplo. Aos interessados em fazer reservar, entrar em contato disponíveis através do e-mail floripa@intercityhoteis.com.br ou pelo telefone 48 3027-2216.

 Pedimos que se identifiquem como participantes do congresso saúde mental Infantojuvenil para validação da tarifa acordo mencionada.

 





Sobre o produtor

CENAT (centro educacional novas abordagens terapêuticas)

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Local

Centro Sul
Avenida Governador Gustavo Richard, 850, Centro
Florianópolis, SC

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