I Congresso Internacional de Ficção Identidade e Discurso - CONIFID

UFMA - Cidade Universitária - São Luís, MA
01 de agosto de 2016, 08h - 04 de agosto de 2016, 18h

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Inscrição

4º Lote - ouvinte
R$ 80,00
Inscrições até 01/08/2016
Encerrado
Minicurso
R$ 30,00
Inscrições até 01/08/2016
Encerrado
4º Lote - comunicação oral (atrasados)
R$ 300,00
Inscrições até 01/08/2016
Encerrado
Minicurso - (painel e comunicação oral)
Grátis
Inscrições até 01/08/2016
Encerrado

Descrição do evento

A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em parceria com a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), a Universidade Federal do Piauí (UFPI), a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e a Universidade Federal do Ceará (UFC) convida todos a participarem do “I Congresso Internacional de Ficção, Identidade e Discurso (CONIFID)” e do “III Encontro Nacional de Ficção, Discurso e Memória (ENAFDM)”.


DATA
O evento ocorrerá dos dias 01 a 04 de agosto de 2016.

LOCAL E HORÁRIO
Local: Centro Pedagógico Paulo Freire - UFMA
Horário: 8h00 - 12h00 e 14h00 – 18h00.

SITE DO EVENTO
http://conifid.com


PERÍODO DE INSCRIÇÃO - MINICURSO

*Findado cada prazo o sistema fecha, não sendo mais possível abrir a inscrição neste valor.

Minicurso 1 – Análise de textos em situação de ensino e aprendizagem da gramática: uma proposta baseada no Interacionismo Socioidiscursivo
Ministrantes: Drª. Eulália Vera Lúcia Fraga Leurquin (UFC) e Drª. Monica Fontenelle Carneiro (UFMA)

Resumo: O aluno se comunica com seus pares produzindo e lendo textos e a escola não pode desconsiderar isso. Ao produzi-los, ele mobiliza seus conhecimentos da língua e, para tanto, faz seleções em função da comunicação, dos gêneros textuais. Ao ensinar, o professor seleciona seu material tendo em vista seus objetivos quanto à aula de análise linguística. O minicurso Análise de textos em situação de ensino e aprendizagem da gramática: uma proposta baseada no Interacionismo Sociodiscursivo contempla esses fatores e propõe um olhar diferente para a análise linguística. Nosso objetivo geral é desenvolver uma reflexão que aponte para uma necessária mudança na perspectiva do ensino e da aprendizagem da língua materna e apresentar pospostas de mudanças. Nosso foco é o texto em diversas formas genéricas e para isso, em especial, queremos repensar e analisar atividades de análise linguística; propor atividades a partir de gêneros textuais; e, nesse contexto, pensar a abordagem por tarefas como estratégia para desenvolver as capacidades de linguagem dos aprendizes. Ancoramo-nos em estudos realizados por Schneuwly e Dolz (2004) quanto ao ensino a partir de gêneros textuais, em Bronckart (1999, 2008) para tratar de análises de gêneros e em Bulea (2015) para tratar de questões relacionadas à didática do ensino da gramática.


Minicurso 2 – A metáfora na fala cotidiana: das origens à abordagem discursiva
Ministrantes: Drª. Monica Fontenelle  Carneiro (UFMA) e Drª. Marize Barros Rocha Aranha (UFMA)

Resumo: A metáfora tem sua origem entre os gregos, que a entendiam como um adorno da linguagem, restrito à retórica e à literatura. Foi essa visão, conhecida como aristotélica, que prevaleceu ao longo de muitos séculos até as últimas décadas do século passado, quando os estudos desenvolvidos por Lakoff e Johnson, publicados em sua obra Metaphors we live by (1980), demonstraram que a metáfora está presente na fala cotidiana e que o pensamento humano é, em grande parte, metafórico. A partir dessa proposta, muitos foram os estudos desenvolvidos sobre a metáfora. Dentre eles, destacamos os de Lynne Cameron e seus colaboradores, demonstrando que a metáfora é local e emerge no discurso, revelando ideias e sentimentos de quem a usa. Nosso objetivo é apresentar a evolução da concepção da metáfora, incluindo a visão tradicional, a metáfora conceitual de Lakoff e Johnson e a metáfora sistemática de Cameron. Fundamentamo-nos na Teoria da Metáfora Conceitual  (Lakoff; Johnson, 1980, 1999), incluindo expansões e aprimoramentos, assim como na Abordagem da Análise do Discurso à Luz da Metáfora (CAMERON, 2003, 2007a, 2007b, 2008; CAMERON; DEIGNAN, 2009; CAMERON et al., 2009; e CAMERON; MASLEN, 2010).


Minicurso 3 – A Educação das Relações Étnico-Raciais Através da Literatura Infantil e Juvenil
Ministrantes
: Mª. Sílvia Maria Fernandes Alves da Silva Costa (UESPI) e Mª. Elenice Maria Nery (UESPI)

Resumo: Este minicurso oportunizará aos participantes roteiros de estudos para reflexões, discussões e mudanças nas concepções que embasam a realização de uma prática pedagógica social, em conformidade com a Lei 10.693/2003, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, em obrigatoriedade de inclusão desse estudo no currículo oficial das escolas da educação básica brasileira, na disciplina de História, bem como as suas áreas afins: Língua Portuguesa e Artes, de modo interdisciplinar. Neste sentido, por meio da literatura infantil e juvenil, propõe-se uma reflexão crítica sobre como se pode alcançar a educação das relações étnico-raciais no tocante à consciência negra entre os estudantes das escolas brasileiras. Para isso, fundamenta-se em estudiosos como David Brookshaw (1983), Frantz Fanon (1983), Regina Zilberman (2005), Stuart Hall (2005), dentre outros que abordam concepções, reconhecimento e valorização das relações étnico-raciais, história e cultura afrodescendentes e africanas. Pretende-se utilizar uma metodologia expositiva, salientando algumas obras literárias que abordam a temática em questão, tanto de forma negativa como positiva, em busca pela superação do racismo e da discriminação racial.


Minicurso 4 – Diacronia do Realismo: elementos para uma Literatura Africana Lusofona
Ministrante: Dr. Leonardo de Matos Coe Soares (UESPI)


Minicurso 5 – Sequências didáticas e gênero crônica: uma experiência autoral
Ministrante
: Dr. André Alexandre Padilha Leitão (IFPE)

Resumo: Este minicurso tem por objetivo relatar uma experiência de produção textual com o gênero crônica a partir das sequências didáticas propostas pelo Escola de Genebra dos estudos de gêneros Dolz, Noverraze Schneuwly (2004) textuais ao mesmo tempo em que se propõem novas formas de trabalho com este gênero a partir da escrita criativa associada à pesquisa em outras áreas do conhecimento, tais como a Sociologia, a História, a Física, entre outras. O trabalho ocorreu durante o ano de 2015 com turmas do 1º e 2º ano do Ensino Médio Integrado dos cursos ofertados pelo IFPE Campus Garanhuns. O relato busca expor o resultado deste trabalho, publicado em forma de cartilha, custeada por recursos do Governo Federal e distribuída gratuitamente como forma de divulgação dos autores. Já a proposta de novas formas de trabalho com o gênero crônica intenta indicar os caminhos possíveis para que as produções textuais dos estudantes não se limitem ao ambiente escolar, mas sim aos ambientes externos à escola que efetivamente promovam a autoria, sejam estes caminhos a partir da divulgação impressa das produções ou da divulgação on-line das mesas.


Minicurso 6 – Linguística Aplicada – Balanços, caminhos e perspectivas
Ministrantes: Dr. Orlando Vian Jr. (UNIFESP)

Resumo: A Linguística Aplicada no Brasil tem trilhado percursos bastante promissores e estabelecido relações e diálogos disciplinares com diversas áreas do saber, trazendo contribuições para distintos campos e propondo avanços nos estudos da linguagem. Este minicurso pretende, com base nesse cenário, e a partir da experiência dos participantes, discutir as contribuições da LA, olhando de modo retrospectivo para compreendermos os estágio em que nos encontramos hoje e quais são as perspectivas para estudos futuros.


Minicurso 7* – La Narrativa de Dominio Siniestro Fraguada en el Perú
Ministrante
: Gonzalo Portals Zubiate (UCSUR)

Resumo: La narrativa de terror constituye uno de los espacios menos discutidos y trabajados dentro del campo académico peruano, fundamentalmente porque, dada su condición de marginalidad en virtud a su pertenencia a la tradición fantástica y por los argumentos, las situaciones y los personajes de corte macabro que ésta comporta, se la percibe como poco edificante e incluso negativa. Tal como ocurre con la producción fantástica, desde la perspectiva de los estudios literarios la narrativa de horror posee el estigma de ser una literatura de evasión. Olvidando que, a través del ejercicio de ésta, se refractan las tensiones de carácter ideológico, político y social, se la considera una narrativa que aleja al lector de los problemas más álgidos de la sociedad. Mediante el presente mini-curso o taller, intentaré mostrar el desarrollo del cuento de domino siniestro fraguado en el Perú, cuyo almácigo más significativo y poderoso lo hallamos en los mitos, las leyendas y las tradiciones que se erigen en la base mayor de los ejercicios literarios posteriores, y cuyos alcances son fácilmente rastreables hasta la actualidad.

* Esse minicurso será ministrado em espanhol.


Minicurso 8* – Eletronic Literature: Twitter fiction, Hypertext fiction and Game - Type Fictional Worlds
Ministrante: Dr Andrew Cutting (London Metropolitan University)

O resumo será publicado em breve.

Esse minicurso será ministrado em inglês.


Minicurso 9 – A Ficção em Guimarães Rosa
Ministrante
: Drª. Maria da Conceição Coelho Ferreira (Université Lumière Lyon)

O resumo será publicado em breve.


Minicurso 10 – Cultivating Your Multilingual Identities: strategies to strengthen the English speaker in you

Ministrante: Stephanie Hanson

O resumo será publicado em breve.


Em caso de dúvidas, ou problemas na realização do pagamento, favor entrar em contato conosco através do e-mail: conifid.ficca@gmail.com.

Sobre o produtor

Grupo FICÇA

O grupo de estudos sobre Ficção Científica, Gêneros Pós-modernos e Representações Artísticas na Era Digital, da Universidade Federal do Maranhão

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Local

UFMA - Cidade Universitária
Avenida dos Portugueses, 1966, Vila Bacanga
São Luís, MA

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