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Hidroviáveis Rio de Janeiro 2018

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Evento encerrado

Hidroviáveis Rio de Janeiro 2018

Auditório da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro, RJ
06 de dezembro de 2018, 15h - 07 de dezembro de 2018, 18h

Inscrição

Hidroanel da Baía de Guanabara
Grátis
Inscrições até 06/12/2018
Encerrado
Modelo Utilizado para Segurança
Grátis
Inscrições até 06/12/2018
Encerrado
A Hidrovia do Lago de Furnas
Grátis
Inscrições até 07/12/2018
Encerrado
Desafios da Intermodalidade Tietê Paraná
Grátis
Inscrições até 07/12/2018
Encerrado
A Modelagem para Concessão
Grátis
Inscrições até 07/12/2018
Encerrado
Características do Paliteiro do Madeira
Grátis
Inscrições até 07/12/2018
Encerrado

Descrição do evento

 “DIÁLOGOS HIDROVIÁVEIS” NO RIO DE JANEIRO DEBATERÁ POTENCIALIDADES PARA IMPLANTAÇÃO, MANUTENÇÃO E SEGURANÇA DAS HIDROVIAS DO SUDESTE E DO NORTE E SEU IMPACTO ECONÔMICO E SOCIAL PARA O TRANSPORTE DE PASSAGEIROS E O ESCOAMENTO DA SAFRA PELOS RIOS DA AMAZÔNIA.

 

Dias 06 e 07 de dezembro de 2018, acontecerá no Rio de Janeiro (RJ) mais uma edição do evento “Diálogos Hidroviáveis”Programa de Integração Permanente de Iniciativas para o Desenvolvimento Sustentável das Hidrovias Brasileiras, uma iniciativa do DNIT destinada à promoção do transporte aquaviário, onde serão debatidos temas sobre o potencial deste modal e seu impacto econômico e social para o transporte de cargas e passageiros e o escoamento da produção agropecuária pelos rios navegáveis da Amazônia.

O objetivo é apresentar o atual estágio de implantação desta infraestrutura, seu planejamento, entraves e impactos, regionais e nacional, visando ações viáveis de curto e médio prazo para o fomento deste modal, notadamente neste momento de transição política nos principais níveis decisórios do país, em que se evidenciou para toda população a grande dependência do transporte rodoviário.

Para o sucesso desta iniciativa, será fundamental o envolvimento e a participação de diversos setores da sociedade, para que se possa avaliar corretamente essas demandas, gargalos e perspectivas, reunindo os mais representativos players do atual cenário da navegação interior do país para o debate de questões essenciais para o desenvolvimento das hidrovias brasileiras, notadamente as do Sudeste, como o “Hidroanel da Baía de Guanabara”, do “Paraná / Tietê” e do “Lago de Furnas”, e da região Norte, como “Rio Madeira”, em Rondônia e Amazonas.

O primeiro tópico a ser abordado será a segurança no setor aquaviário, tema de destaque em nível nacional que ganhou visibilidade em razão dos recentes casos de ataques às embarcações na região norte na forma de pirataria, bem como às abordagens para o embarque de drogas através do Porto de Santos. Em ambos os casos, que foram amplamente divulgados pela mídia e trazem instabilidade, prejuízos e insegurança para toda população, a introdução de tecnologia, inteligência e prevenção é a forma mais eficiente para mitigação deste problema. Para isso, será apresentado o sistema de rastreabilidade e monitoramento utilizado para dotar as forças de segurança de ferramentas adequadas, que permitam a pronta resposta e a integração de informações em todos os órgãos de governo, modelo utilizado nos grandes eventos internacionais realizados na cidade, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

No caso do estado do Rio de Janeiro, é fundamental destacar os estudos para implantação do “Hidroanel da Baía da Guanabara”, um planejamento hidroviário estratégico que possibilitará dotar os municípios que compõem a Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara de um estruturado e inteligente sistema de transporte hidroviário, baseado em diversos modelos de negócio, que poderão atender de forma muito mais lucrativa e eficiente, ao transporte de passageiros e cargas que todos os dias transitam entre a baixada fluminense, e os municípios do arco metropolitano do Rio de Janeiro.

Já com relação à “Hidrovia do Tietê / Paraná,” uma das maiores e mais importantes do sistema hidroviário em funcionamento no país, serão abordados os impactos do recente aporte de R$180 milhões de reais para o derrocamento do Pedral de Nova Avanhandava, visando aprimorar a navegabilidade do Rio Tietê através do aumento do seu calado para navegação das barcaças que transportam a safra de grãos dos estados de Goiás, Minas, Mato Grosso e São Paulo, bem como sua intermodalidade com a ferrovia em direção ao porto.

Concluindo a abordagem às hidrovias do Sudeste, será apresentado o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental – EVTEA para implantação da “Hidrovia do Lago de Furnas”, que foi formado na década de 1960, com a construção da hidrelétrica, e é a maior extensão de água de Minas Gerais, banhando 34 municípios, com área inundada de 1.406 km quadrados.

A Hidrovia já existe, mas é necessário criar os mecanismos para utilizá-la como carta náutica e sinalização. Será uma forma mais barata e eficiente para transportar a forte produção regional às margens do lago, desafogando as rodovias da região que já não comportam o tráfego intenso de veículos pesados. O cálculo inicial para a implantação da hidrovia no Lago de Furnas é de R$ 10 milhões para interligar o trecho de aproximadamente 250 Km entre Alfenas e Formiga. O pré-projeto considera ainda a construção de portos para conciliar tanto o turismo quanto o transporte de cargas ao longo do trajeto, com forte potencial para insumos e produção agropecuária. Só no setor turístico, existem nesta região mais de 250 empreendimentos entre hotéis, pousadas e clubes náuticos.

Completando a programação, acontecerá um workshop voltado inteiramente para a “Hidrovia do Rio Madeira”, corredor logístico fundamental para o escoamento da produção agropecuária do Centro-Oeste e de Rondônia. De acordo com o 5º Levantamento da Safra de Grãos 2017/2018, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção de grãos este ano poderá chegar a 225,6 milhões de toneladas. O Mato Grosso é o Estado que tem a maior produção nacional de soja, mas apenas 25% da colheita desse grão será feita por ferrovias e hidrovias, modais de transporte com custo bem inferior ao modal rodoviário.

Se promovermos maior utilização das ferrovias e das hidrovias para o escoamento da produção agrícola para longas distâncias, os custos com fretes seriam reduzidos na ordem de 35%, caso se utilize o modal ferroviário, e poderá chegar a 70% de redução, caso se utilize o modal hidroviário. O modal rodoviário deverá ser utilizado apenas para distâncias menores, e complementando a cadeia de logística dos demais modais.  Com melhor equilíbrio e racionalidade no uso dos três modais, teríamos melhorias significativas nos impactos ambientais, econômicos e sociais, aumentando a eficiência e a competitividade dos nossos produtos no mercado mundial.

Em razão da sua importância para economia nacional, esse evento tem o patrocínio da Associação Brasileira dos Produtores de Soja. Conta com o apoio institucional do Movimento Pró-Logística do Mato Grosso, do IBL – Instituto Brasil Logística, da Marinha do Brasil e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT. Sua realização estará a cargo da ADECON – Agência de Desenvolvimento do Corredor Norte, com a coordenação geral da Executiva Promoções, idealizadora do programa.


Sobre o produtor

Executiva Promoções e Eventos

Local

Auditório da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro
Av. Alfred Agache, 215, Centro
Rio de Janeiro, RJ

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