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CARLOS NAVAS & MARCUS SANTURYS em “MÚSICA & EXPANSÃO DE CONSCIÊNCIA”

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CARLOS NAVAS & MARCUS SANTURYS em “MÚSICA & EXPANSÃO DE CONSCIÊNCIA”

Casa Jaya - Espaço Eco-cultural - São Paulo, SP
19 de julho de 2019, 20h30-22h

Ingressos

Ingresso Único 
R$ 35,00  (+ R$ 3,50 taxa)
em até 6x R$ 7,10
Vendas até 19/07/2019
Encerrado

Descrição do evento

CARLOS NAVAS e MARCUS SANTURYS em
“MÚSICA E EXPANSÃO DE CONSCIÊNCIA”
19 DE JULHO – SEXTA – 20h30

CASA JAYA (55 pessoas)

Rua Capote Valente, 305 – Jardim Paulista (Próximo as estação de metrô Oscar Freire,
da linha amarela – ou metrô Clínicas, linha verde).
PREÇO: R$ 35,00

ASSESSORIA DIRETA DOS ARTISTAS: 11 9 9196 4836 (Ricardo Henrique)
DURAÇÃO: 55 Minutos
LIVRE – RECOMENDAÇÃO – 10 ANOS
Site Casa Jaya: www.casajaya.com.br


MARCUS SANTURYS

Sitarista, compositor, produtor musical hispano brasileiro, viveu na Europa 15 anos e 1
ano na India, em aprendizados em sua tradição musical clássica. Único sitarista no
Brasil que estudou diretamente com o o grande mestre Ravi Shankar ,guru musical
dos Beatles, e que hoje utiliza os mesmos modelos de sitar que Ravi e sua filha
Anoushka Shankar, construídos por Sanjay Rikhi Ram, em 2014, também únicos no
país. Para isso, desenvolveu uma técnica própria, modificando o instrumento, que é
diatônico, tornando o cromático, com a orientação do mestre Shankar. É o introdutor
no Brasil da Arpa Saltério Persa, antecessor mais antigo do piano ocidental, de origem
babil}onica do século VII A.C. Introduziu a linguagem da World Music por aqui, após
vários anos vivendo na Espanha, onde participou da fundação dos grupos Rádio tarifa,
Cálamus e Ojos de Brujo. Atuou por 3 anos com Wagner Tiso em gravação de discos
e shows, acompanhado do cantor Salif Keita e do violonista flamenco Vicente Amigo.
Entre outras parcerias, figuram expoentes da atual música instrumental espanhola,
como Javier Paxariño, Eduardo Logullo e Suso Sáiz, e da brasileira, como Ná Ozzetti,
Grupo Mawaca, Renato Teixeira, Ivan Vilela, Ná Ozzetti e Ana Maria Kieffer.

CARLOS NAVAS

O intérprete paulistano tem dez discos solo elogiados. Em seu repertório, reúne autores
contemporâneos expressivos como Alzira E, Itamar Assumpção, José Miguel Wisnik,

Marina Lima e Vitor Ramil. Em 22 anos de carreira, lançou álbuns temáticos dedicados a
Mario Reis e Custódio Mesquita e também dois cd´s infantis: “Algumas Canções da Arca...
“(2004) e ”Canções de Faz de Conta” (2007), onde interpreta, respectivamente, Vinicius de
Moraes e Chico Buarque para crianças. Em 2013, chegou ao mercado o DVD ENSAIO,
que registra sua passagem pelo programa homônimo, dirigido por Fernando Faro. Neste
mesmo ano, idealizou e produziu o concerto e álbum “Nazareth Revisitado”, para o
pianista João Carlos Assis Brasil, do qual participa , ao lado de Alaíde Costa. O acústico
“Crimes de Amor” (2015) é seu décimo álbum e mereceu elogios unânimes da crítica,
ganhando uma nova tiragem física em 2017. Em 2016, lançou seu primeiro single digital
com a releitura em voz e piano de “O Chamado”, hit de Marina Lima dos anos 1990. No
ano seguinte, foi convidado pelo músico Guga Stroeter para ser a voz do espetáculo em
homenagem aos 30 anos do quinteto de jazz Nouvelle Cuisine.

(*) SITAR

Sitar é um instrumento musical de origem indiana, que é da família do alaúde. É um
símbolo da música da Índia. Pra esclarecer a diferença entre o sitar e a cítara é que esta e
os integrantes de sua família são classificadas como um tipo de  cordofone  que, suas
cordas se estendem junto à caixa de ressonância. Já o alaúde e sua família como
adexe, sentar (persa), sitar ou a veena, possui suas cordas esticadas além da caixa de
ressonância, ou seja, num braço. O nome "sitar" provém do persa, e significa "de três
cordas", o que é uma alusão à forma original do instrumento. Atualmente o sitar apresenta
um grande número de cordas, em geral dezoito, sendo as mesmas subdivididas em três
categorias: as cordas de execução, as cordas de bordão ou pontuação, e as cordas
simpáticas, ou simpatéticas. Muitos sitars atualmente possuem um segundo ressonador,
feito de cabaça, posicionado atrás do braço, em posição oposta à do bojo do instrumento.
Alguns sitars ainda possuem trastes móveis, o que permite que o músico toque com mais
facilidade determinadas peças musicais.

Sobre o produtor

Local

Casa Jaya - Espaço Eco-cultural
Rua Capote Valente, 305, Pinheiros
São Paulo, SP

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