Brandformance: O elo perdido da Publicidade

Unibes Cultural - São Paulo, SP
22 de maio de 2017, 19h30-22h30

Compartilhar:

Inscrição

R$ 0,00

Aula Presencial
R$ 199,00
Inscrições até 22/05/2017
0
Aula Virtual - Live
R$ 129,00
Inscrições até 22/05/2017
0

Descrição do evento

Marcas não podem fazer apenas ações de Performance, focando no curto prazo, deixando de construir uma reputação forte - que é o que vai garantir a sua longevidade. Por outro lado, não dá para pensar só no Institucional e esquecer das vendas. Felizmente, há tecnologias que viabilizam operar nas duas frentes ao mesmo tempo.

Com o advento do Google, em 1998, nasceu também uma indústria complexa e robusta de Marketing de Performance, que utiliza componentes matemáticos para gerar resultados de negócios para os anunciantes. E que, melhor ainda, consegue mensurar o retorno desses investimentos.

Mas como todo remédio, isso trouxe alguns efeitos colaterais. Especialmente em épocas de crise, é comum ver clientes pedindo para que seus investimentos publicitários sejam concentrados no Marketing de Performance. A princípio, não há nada errado nisso. Criou-se um mercado de agências especializadas sendo alimentado por verbas que antes eram destinadas a outras estratégias.

O ponto é que investir tudo em Performance significa atingir as pessoas no momento em que elas já estão buscando o produto.

Como atingi-las no momento anterior à sua decisão de compra? E como mantê-las com você depois disso?

Muitas marcas deixaram de construir visibilidade e desejo, as grandes características da indústria da Comunicação nos 40 anos anteriores à invenção do Google – e algo que o mundo da Performance sempre achou uma bobagem.

Ocorre que já está ficando evidente, inclusive em números, que pautar os investimentos apenas em performance faz com que as marcas olhem para as mesmas pessoas de sempre e deixem de atrair o desejo de novos públicos.

O próximo grande passo para o mercado de publicidade é uma série de técnicas que utiliza o mesmo raciocínio do Marketing de Performance, mas para construir marca e visibilidade. Essas técnicas são chamadas de Brandformance – o verdadeiro elo perdido entre a publicidade de construção de marca e a de performance.

Isso já é muito forte nos Estados Unidos. A Coca-Cola, por exemplo, já consegue mensurar que a construção de marca em cima do conceito de felicidade gera resultados em compra de produtos. O mesmo vale para Nike e P&G, que têm grandes campanhas de posicionamento no digital e que conseguem converter esse interesse em vendas.

Uma das marcas mais avançadas no Brandformance é a empresa de seguros Geico, que tem vídeos brilhantes que constroem sua marca no digital – inclusive a campanha “Unskippable”, vencedora de um dos Grand Prix de Film Lions em 2015. E que conseguiu ampliar suas vendas nos canais online oferecendo descontos.

No Brasil, marcas como Vivo e Itaú estão investindo pesado nesse tipo de estratégia digital e o discurso do Brandformance é dominante nos planejamentos de marketing para 2017 em muitos grandes anunciantes.

O QUE SERÁ ABORDADO

Nessa aula inaugural de Adilson Batista na Academia Draft você verá que...

...por meio de modelos de atribuição, é possível saber que uma conversão feita no marketing de performance foi possível porque, meses antes, aquela mesma pessoa foi impactada pela construção de marca. Sabemos pelo IP e por cookies que aquela pessoa, por exemplo, viu mais de 50% de um determinado vídeo e que, um tempo depois, entrou no site da marca e fez a compra.

...já é possível identificar que o consumidor impactado pela campanha foi à loja física – por meio da localização fornecida por uma tríade de redes wi-fi ou beacons. E

...já é possível identificar resultados para métricas tradicionais de branding, como brand lift e aumento de reconhecimento de marca, ou mesmo fazer testes A/B que apontam rapidamente o melhor conteúdo para ser apresentado a diferentes grupos.

...já é possível tomar uma série de decisões a partir do pensamento de Brandformance. Imagine uma marca de um banco que apresenta um vídeo conceitual no YouTube. Você pode identificar as pessoas que viram mais de 50% do vídeo, ou seja, se interessaram pela mensagem, e oferecer apenas a elas um segundo vídeo sobre um cartão que dá pontos de fidelidade em dobro. Assim, é possível conseguir profundidade. Por fim, em um terceiro passo, pode-se gerar uma comunicação específica com aqueles que se interessaram pelo cartão e oferecer-lhes anuidade grátis.

Se antes as marcas construíam o branding às cegas, agora, com as técnicas de Brandformance, é possível utilizar o mundo digital para construir toda a estratégia de Comunicação, de ponta a ponta. E isso é uma grande revolução para o mercado de publicidade, que consegue, finalmente, unir os lados de Branding e Performance, que sempre falaram línguas diferentes.

A QUEM SE DESTINA

Essa aula vai aprofundar o conceito de Brandformance (Brand + Performance), analisando cases e mostrando resultados práticos, e é direcionada a Publicitários - Criativos, Mídias, Planejadores, Desenvolvedores de Negócios, donos de agências - bem como a profissionais de tecnologia ligados à área de Comunicação.


PROFESSOR: ADILSON BATISTA

Adilson Batista tem mais de 20 anos de experiência com o mundo digital.

Começou sua carreira em 94 desenvolvendo os primeiros sites do Brasil e 5 anos depois fundou sua primeira empresa a POPUP que atendeu grandes contas como Banco Itaú. 

Em 2002, a empresa foi adquirida pela Tesla, a primeira produtora de internet do país e lá se tornou Head de negócios e depois, Diretor executivo. Lá, realizou trabalhos extremamente estratégicos e relevantes como o e-commerce da Pernambucanas e o projeto do portal corporativo da Vale que interligou seus mais de 16 mil funcionários.


Em 2006, outro grande marco em sua carreira: o convite para digitalizar a Wunderman, consagrada agência de marketing direto. Lá, como Diretor de Operações, transformou a empresa e digitalizou a Natura, Nokia, Johnny Walker, Land Rover e Ford. Liderou planejamento, mídia e gestão de projetos. Em 2008, já como VP Executivo, conquistou a conta on e offline da Dell montando toda a estrutura para o atendimento da conta.


Em 2009, foi para Young&Rubicam e na sequência, voltou a empreender. Criou uma agência de estratégia chamada ADBAT, com modelo de negócio completamente diferente. Atendeu TAM, RBS, Esser, Eudora (Grupo Boticário), CVC, Webjet e a GJP Hotéis e Resorts como clientes em parceria com a GP7. 

Em 2011, com o crescimento da empresa, fundiu-se com a Tesla e em abril de 2013, fez um spin-off da operação criando a Today. Uma agência de core digital, que trabalha criando, planejando e integrando todas as frentes de comunicação das marcas através de conteúdo e estratégia.


Suas principais características são o olhar estratégico, a visão de negócio e a atuação muito próxima junto aos clientes que vai muito além de só fazer propaganda.


Sobre o produtor

Academia DЯAFT

A missão da Academia Draft é ser um ambiente para que quem tem o que dizer possa dizê-lo. E para que quem está em busca de inspiração possa encontrá-la. De modo direto, simples, acessível, sem rodeios, sem máscaras e sem intermediários. Quer saber mais acesse: www.academiadraft.com

Comentários

Local

Unibes Cultural
Rua Oscar Freire , 2500, Cerqueira César
São Paulo, SP

Login

Esqueceu sua senha? Clique aqui.

Recuperar senha

Confira seu e-mail

O endereço indicado receberá um e-mail com instruções de como criar uma nova senha.

Criar conta

Ao me cadastrar, concordo com os Termos de uso e Política de privacidade da Sympla

Confira seu e-mail

Acesse seu e-mail e clique no link de confirmação.